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Brazil v Morocco: Group C - FIFA World Cup 2026Getty Images Sport

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Fabinho admite: o Marrocos nos fez correr muito sem a bola

Fabinho, meio-campista da seleção brasileira que joga pelo Al-Ittihad, da Arábia Saudita, elogiou o desempenho do Marrocos durante o confronto entre as duas seleções na primeira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, que terminou empatado em 1 a 1.

Em declarações à imprensa, Fabinho disse: “Primeiramente, devemos dar o crédito aos jogadores do Marrocos, pois, graças a eles, o meio-campo do Brasil parecia incapaz de impor seu domínio”.

Ele acrescentou: “Devemos elogiar a seleção do Marrocos, pois é uma equipe muito boa. Talvez a partida de estreia ou o calor tenham sido fatores determinantes, mas dou muito crédito ao Marrocos, que jogou de forma excelente”.

E continuou: “Eles mantiveram bem a posse de bola e não a perderam com frequência, o que nos fez correr muito sem a bola”.

Sobre a condição física de Neymar, Fabinho disse: “Não sou médico, então não posso falar em detalhes sobre essas questões porque não tenho conhecimento, mas, pelo que vejo, ele parece bem e está se recuperando bem”.

E acrescentou: “Só a presença dele no vestiário já nos ajuda muito, porque ele fala como um capitão, e esperamos que ele volte logo.”

O jogador do Al-Ittihad também falou sobre a dificuldade de enfrentar a seleção marroquina, dizendo: “Sabíamos que seria um jogo muito difícil, já que o Marrocos chegou às semifinais da Copa do Mundo no Catar; por isso, estávamos cientes de que enfrentá-lo seria complicado, e talvez o mais difícil para nós no torneio”.

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E continuou: “Respeitamos muito as seleções do Haiti e da Escócia, e sabemos que precisamos nos preparar bem para vencer esses jogos, pois o objetivo do Brasil é sempre a vitória e a classificação na liderança do grupo”.

Sobre os elogios que recebeu após entrar como substituto no intervalo, Fabinho disse: “Tive tempo para analisar e entender um pouco o que aconteceu no primeiro tempo, então foi mais fácil me adaptar ao que a partida exigia”.

E concluiu: “Sempre tento entrar com seriedade e garra para ajudar a equipe com o que tenho de melhor, como proteger a defesa, estar atento às segundas bolas e fechar os espaços. Quero dar o meu melhor para ajudar a seleção do meu país, e é isso que vou continuar fazendo”.

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