Folarin Balogun, atacante do Mônaco e da seleção dos Estados Unidos, quebrou o silêncio após o incidente polêmico envolvendo-o durante a Copa do Mundo de 2026, disputada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
A Federação Internacional de Futebol (FIFA) havia decidido suspender a punição imposta a Balogun — suspensão de um jogo — devido à sua expulsão na partida contra a Bósnia, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, para que ele pudesse participar da partida contra a Bélgica nas quartas de final.
A decisão gerou grande polêmica, especialmente após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar que havia entrado em contato com Gianni Infantino, presidente da FIFA, para que a punição fosse revista.
Em declarações à rede “CBS” sobre o incidente da expulsão, Balojon disse: “Não foi nem mesmo uma falta, e foi por isso que fiquei completamente chocado; dá para ver isso pela minha reação. Tudo o que pude fazer foi aceitar a decisão e tentar estar presente para apoiar minha equipe”.
Ele acrescentou: “Quando não é intencional, isso nunca deveria resultar em cartão vermelho. Foi apenas uma situação lamentável que nos colocou sob muita pressão”.
Sobre sua reação após a suspensão da punição, ele respondeu: “No começo, fiquei feliz por voltar ao time, mas quando comecei a pensar no assunto, percebi que isso geraria muita polêmica”.
E continuou: “Dava para perceber um pouco de tensão entre meus companheiros de equipe, porque era uma situação única”.
E concluiu: “Quanto mais se aproximava a partida, mais eu tentava me concentrar ao máximo, mas era difícil com todo esse alvoroço lá fora”.
Vale lembrar que Balogun não contribuiu em nada durante a partida contra a Bélgica nas oitavas de final; ele chegou a sair de campo antes do fim da partida, e os anfitriões perderam por 1 a 4, sendo eliminados precocemente da Copa do Mundo.


