A diretoria do Atlético-MG blinda o elenco em relação ao assédio do exterior. A cúpula não pretende negociar jogadores nesta janela de transferências, conforme apurado pela GOAL. A única exceção é em caso de proposta considerada irrecusável.
O Galo se sente confortável para recusar propostas baixas no mercado da bola, porque já alcançou 92,85% da meta para vendas estabelecida em seu orçamento. O clube deseja receber R$ 140 milhões em negociações de jogadores durante a temporada.
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A cúpula atleticana sonha em conquistar a Libertadores pela segunda vez e, internamente, acredita que pode figurar entre os dois melhores elencos do Brasil com a chegada dos quatro novos reforços — o zagueiro Jemerson e os atacantes Pedrinho, Pavón e Alan Kardec.
A diretoria do Galo imagina que, neste momento, é possível segurar o plantel comandado por Turco Mohamed e articular vendas de jogadores somente em dezembro deste ano.
Uma possível saída de Matías Zaracho, que foi ventilada nas últimas horas, só aconteceria em caso de proposta irrecusável. O clube não fala em valores, mas diz que só aceitaria uma venda nos moldes da saída de Bernard, negociado por 25 milhões de euros para o Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, em 2013, logo após o título da Libertadores.
O argentino de 24 anos tem contrato com o clube até outubro de 2025 e foi adquirido por 5 milhões de euros, em outubro de 2020. Ao lado do jovem Rubens, é tratado como um dos grandes ativos do elenco alvinegro.
O Dínamo Moscou sonha com a contratação de Rubens, meio-campista de 21 anos. Contudo, nem sequer apresentou proposta. O clube estaria disposto a enviar uma oferta avaliada entre 5,5 milhões de euros e 6 milhões de euros. O valor seria livre de impostos e por 85% dos direitos econômicos do atleta, fatia que pertence ao Atlético-MG.


