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Álvarez está furioso com a postura do Atlético de Madrid... e prepara uma “surpresa bombástica”

O caso da transferência de Julián Álvarez, atacante do Atlético de Madrid, está passando por um clima de tensão e uma escalada sem precedentes poucas horas antes do início da final da Copa do Mundo entre a Argentina e a Espanha, na sequência das declarações decisivas feitas por Miguel Ángel Gil Marín, presidente executivo do clube espanhol, nas quais ele fechou publicamente e de forma categórica as portas para qualquer possibilidade de saída do jogador da seleção nacional — uma atitude que provocou uma onda gigantesca de raiva e descontentamento no círculo do atacante argentino e de seus agentes.

O jornal catalão “Sport” revelou que Álvarez está profundamente decepcionado e muito insatisfeito com a diretoria do Atlético de Madrid, acreditando firmemente que o clube não está cumprindo o compromisso claro que assumiu com ele há alguns meses, o que o jogador considera uma espécie de recuo em relação às promessas e acordos verbais firmados entre as partes no início deste ano.

A origem do desentendimento e da crise atual remonta ao último mês de fevereiro, quando Gil Marín fez uma promessa clara e explícita ao jogador de que facilitaria sua transferência e não seria um obstáculo à sua saída caso chegasse uma oferta financeira próxima ao valor apresentado pelo Barcelona no início da janela de transferências de verão (100 milhões de euros), promessa essa que Álvarez considerou um sinal verde claro para realizar seu grande sonho de vestir a camisa do tradicional clube catalão.

Essa promessa foi um dos principais e decisivos motivos que levaram o atacante da seleção argentina a se manifestar publicamente, durante sua estadia no campo de treinamento da seleção nacional, afirmando que sentia grande entusiasmo e claro desejo de realizar seu “sonho”, declarações que foram amplamente elogiadas e muito bem recebidas nos escritórios do Barcelona, que as consideraram a primeira tentativa real e séria do jogador de pressionar a diretoria do Atlético de Madrid, que se recusava categoricamente a entrar em quaisquer negociações sérias sobre a transação.

No entanto, a situação se tornou significativamente mais complicada e tensa tanto para Julián Álvarez quanto para o Barcelona, após a mensagem categórica e decisiva enviada por Miguel Ángel Gil Marín.

Ele afirmou, em tom firme e claro: “Não tenho a menor dúvida de que o Atlético é o melhor e mais adequado lugar do mundo para Julián, e que ele é o atacante ideal e mais adequado para o ambicioso projeto do Atlético”, acrescentando com total clareza que essa posição oficial e definitiva do clube já havia sido comunicada diretamente ao próprio jogador, ao seu agente e ao presidente do Barcelona pessoalmente, em uma mensagem clara para encerrar o assunto de vez”.

Em vez de essas declarações, segundo o jornal “Sport”, levassem ao encerramento do assunto e à resolução da polêmica em torno do futuro do jogador, elas provocaram grande indignação e reações violentas por parte do atacante argentino, que acredita categoricamente que o discurso atual da diretoria contradiz totalmente e entra em conflito explícito com o acordo verbal alcançado há vários meses, o que ele considera uma espécie de recuo injustificado em relação às promessas e compromissos que lhe foram assumidos.

O jornal catalão indicou que é altamente provável que Julián Álvarez volte a se manifestar publicamente perante a mídia logo após o término da Copa do Mundo, para afirmar de forma clara e explícita seu desejo irrefrenável de deixar o Atlético de Madrid, e defender com veemência seu direito à saída, que ele considera um acordo prévio e uma promessa feita pelo clube a ele, da qual não se pode voltar atrás tão facilmente.

Ao mesmo tempo, do outro lado dessa equação complexa, o Barcelona não pretende, de forma alguma, acirrar um conflito público ou entrar em uma guerra de declarações na mídia com o Atlético de Madrid, nem tem a intenção de responder, direta ou indiretamente, às recentes declarações de Miguel Ángel Gil Marín, já que a posição oficial do clube catalão permanece totalmente inalterada, conforme expressado pelo presidente do clube, Juan Laporta, em suas múltiplas e repetidas declarações proferidas em Barcelona, depois na cidade de Dallas, nos Estados Unidos, e, por fim, em Nova York, durante sua última turnê.

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