O duelo entre Brasil e Noruega, marcado para as 17h (de Brasília) do próximo domingo (05), pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026, carrega um enredo que soa familiar para a seleção brasileira. De um lado, a camisa mais vitoriosa da história dos Mundiais, dona de cinco títulos. Do outro, uma equipe que vive o auge de sua história, impulsionada por uma geração talentosa que colocou o país entre as principais forças emergentes do futebol europeu.
O cenário remete às campanhas de 2018 e 2022, quando o Brasil cruzou o caminho de Bélgica e Croácia, seleções que atravessavam o melhor momento de suas histórias. Em ambas as ocasiões, a equipe brasileira foi eliminada nas quartas de final de forma dramática, alimentando a sensação de que tinha condições de avançar.
Agora, sob o comando de Carlo Ancelotti, o desafio é impedir que a história volte a se repetir diante da Noruega de Erling Haaland e Martin Ødegaard, considerada a melhor seleção já formada pelo país nórdico.
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