Muitos grandes nomes do futebol já receberam a Bola de Ouro desde a sua criação em 1956, desde os ícones do Real Madrid e do Manchester United, Alfredo Di Stefano e Sir Bobby Charlton, até brasileiros como Ronaldo Fenômeno, Rivaldo e Kaká.
Até uma mudança de formato em 2022, o prêmio anual era concedido ao melhor jogador em um período de 12 meses, de janeiro a dezembro, o que garantia que os desempenhos nos principais torneios de seleções fossem sempre levados em consideração.
O eventual ganhador do prêmio é decidido por um júri de jornalistas dos 100 países membros mais bem classificados da FIFA, que escolhem e classificam os cinco melhores da lista final de 30 nomes elaborada pela France Football. Na maioria das vezes, esse processo levou à coroação do mais merecedor, mas também aconteceram algumas decisões muito polêmicas ao longo dos anos.
Lionel Messi conquistou sua oitava Bola de Ouro, ampliando sua coleção na cerimônia de 2023, depois de inspirar a Argentina à glória na primeira Copa do Mundo no meio da temporada, no Qatar - com os critérios de votação agora levando em conta apenas as conquistas da temporada anterior em vez de um ano inteiro.
Esse provavelmente foi o último Ballon d'Or concedido à lenda do Barcelona, que agora joga a MLS com o Inter Miami. Messi dominou a votação da premiação ao lado do eterno rival Cristiano Ronaldo ao longo de 15 anos, mas nenhum dos dois foi incluído na lista final para o prêmio de 2024, e uma passagem de bastão agora é inevitável.
Na verdade, Messi pode considerar-se sortudo por ter conseguido chegar a oito prêmios. Se dependesse apenas da habilidade e genialidade, Messi teria merecido o prêmio todos os anos desde 2008, mas não é o caso, e houve algumas ocasiões em que outros grandes jogadores foram injustamente ignorados.
A France Football foi culpada de algumas outras decisões questionáveis tanto antes quanto depois do domínio do argentino e o portugês. A GOAL, a seguir, mostra os sete maiores "roubos" da História da Bola de Ouro: