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Dudu PalmeirasDivulgação / Palmeiras

Quem foi Dudu, o primeiro de seu nome, ídolo histórico do Palmeiras

Olegário Tolói de Oliveira, mais conhecido como 'Dudu', foi um dos grandes nomes da história do Palmeiras. E disso todo mundo sabe. Após o anúncio de seu falecimento, na noite de 28 de junho, o clube fez questão de relembrar em sua homenagem pós-mortem ao ex-volante.

Além de um craque dentro dos campos, Dudu também celebrava uma relação familiar com o atual técnico da seleção brasileira, Dorival Júnior, que também fez questão de prestar suas homenagens, às lágrimas, após a partida entre Brasil e Paraguai, pela segunda rodada da fase de grupos da Copa América.

Abaixo, a GOAL conta um pouco mais sobre um dos maiores jogadores da história do futebol brasileiro...

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  • Dudu PalmeirasDivulgação / Palmeiras

    Ídolo do Palmeiras

    Dudu foi tão importante para a história do Palmeiras que tem seu nome cravado na história das duas tradicionais Academias do Alviverde.

    Natural de Araraquara, do interior de SP, chegou ao Alviverde após ser apresentado ao futebol pela Ferroviária. No Palmeiras, ficou entre os anos de 1964 e 1976, ganhando função de treinador já na reta final da passagem. Ao todo, foram expressivos 612 jogos, com 29 gols marcados.

    As boas apresentações, naturalmente, lhe renderam um lugar na seleção brasileira. Vestindo a Amarelinha, foram 13 partidas.

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  • Companheiro de Ademir da Guia

    Como é comum no futebol, todo craque tem sua dupla. E a de Dudu certamente era Ademir da Guia.

    Juntos, ambos foram pilares das equipes vencedoras e tradicionais do Palmeiras entre os anos 60 e 70, dividindo funções complementares: Dudu tinha a raça e a combatividade no meio-campo; Ademir, a maestria, a finesse e a categoria diante do gol.

    O resultado, claro, não poderia ser outro - ambos protagonistas de 12 anos históricos no Alviverde, com os nomes cravados na história.

  • Dorival Junior Brazil Copa America 2024Getty Images

    Tio de Dorival Júnior

    Dorival Júnior teve que se dividir entre a alegria pela primeira vitória oficial sobre o comando da seleção brasileira com a tristeza pela perda de seu tio, Dudu. Em entrevista coletiva após o triunfo sobre o Paraguai, por 4 a 1, pela Copa América, o técnico prestou homenagens e não pôde conter as lágrimas.

    "Dudu, para mim, foi uma referência, não só como atleta profissional, como treinador logo depois, mas acima de tudo e principalmente como ser humano. Sempre foi uma pessoa que se preocupou com todos a sua volta e muito pouco com ele próprio. Sempre foi uma referência na minha vida, um exemplo para mim. Sempre procurei seguir os passos orientados e muito por ele. Um cara que vestiu três camisas na vida: Ferroviária, Palmeiras e Seleção", afirmou.

    "Para mim, representa muito porque, além da bela história que teve, foi um ser humano que talvez não tenha conhecido igual. Um segundo pai para mim, uma pessoa que praticamente me orientou em todos os momentos da vida, já que segui a mesma profissão que a dele", seguiu.

    Concluiu: "Tenho certeza que será muito bem recebido pela pessoa que era, muito esperitualizada, fará uma passagem muito tranquila de plano. Na última vez que estive com ele, há uns 20, 30 dias, já percebi que talvez fosse a última".

  • Títulos com o Palmeiras

    No currículo, ostenta títulos como o Torneio Rio-São Paulo de 1965, os Paulistas de 1966, 1972 e 1974, além dos Brasileirões de 1967 (Torneio Roberto Gomes Pedrosa e Taça Brasil), 1969, 1972 e 1974. Como técnico, ainda levantou o Paulistão de 1976.

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