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Números esperados na estreia... Será que Ochoa vai superar Ronaldo e Messi e alcançar esse feito histórico?

A Copa do Mundo de 2026 começa hoje à noite, quinta-feira, com um confronto muito aguardado entre o México e a África do Sul no famoso Estádio Azteca, na capital mexicana, Cidade do México, marcando o início da maior edição da história do torneio, que será sediada pelos Estados Unidos, Canadá e México, com a participação de 48 seleções pela primeira vez.

Espera-se que mais de 80 mil espectadores assistam à partida de abertura em um dos estádios mais ligados à história da Copa do Mundo, já que o Estádio Azteca registrou dois dos maiores públicos da história da competição durante a edição de 1986, quando o número de espectadores ultrapassou 114 mil nas partidas do México contra o Paraguai e da Argentina contra a Alemanha Ocidental na final.

A importância da partida de abertura não se limitará apenas ao início da competição, mas poderá também testemunhar o estabelecimento de vários novos recordes entre jogadores e treinadores.

  • Gilberto Mora está prestes a fazer história

    Os holofotes estão voltados para o jovem talento mexicano Gilberto Mora, o jogador mais jovem a participar da Copa do Mundo de 2026. Caso entre em campo contra a África do Sul, ele entrará para a história como o sexto jogador mais jovem a disputar uma partida na Copa do Mundo, com 17 anos e 240 dias, segundo estatísticas da rede “Squawka”.

    Mora se juntará a uma lista histórica que inclui lendas do futebol, liderada pelo brasileiro Pelé, que ainda detém o recorde de jogador mais jovem a disputar uma Copa do Mundo, à frente do camaronês Samuel Eto’o, do norte-irlandês Norman Whiteside e de outras estrelas que começaram sua trajetória internacional ainda jovens.

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  • Ochoa busca um feito inédito

    A partida também pode marcar um feito histórico para o experiente goleiro mexicano Guillermo Ochoa, que tem a chance de se tornar o primeiro jogador na história da Copa do Mundo a disputar seis edições diferentes do torneio.

    Embora sua presença na escalação titular não esteja garantida, sua participação lhe dará uma vantagem histórica sobre o argentino Lionel Messi e o português Cristiano Ronaldo, que, por sua vez, se preparam para disputar a sexta edição da Copa do Mundo nas próximas semanas.

  • O México busca um novo começo em casa

    O México chega ao torneio com o ânimo em alta, depois de se tornar o primeiro país da história a sediar a Copa do Mundo por três vezes, após as edições de 1970 e 1986.

    A seleção mexicana disputa sua 18ª participação na Copa do Mundo, igualando-se à quinta seleção com mais participações na história do torneio, enquanto o experiente técnico Javier Aguirre busca liderar a equipe para superar a barreira das quartas de final que persegue “El Tri” desde a Copa do Mundo de 1986.

    Além disso, a seleção mexicana possui um histórico notável nas partidas de abertura, já que não sofreu nenhuma derrota nas últimas 7 partidas de abertura da Copa do Mundo, conquistando a vitória em 5 delas.

    A história também dá uma clara vantagem aos anfitriões, já que a seleção anfitriã perdeu apenas uma vez sua partida de estreia na Copa do Mundo, quando o Catar foi derrotado pelo Equador na abertura da edição de 2022.

  • A África do Sul volta após uma longa ausência

    Por outro lado, a África do Sul volta à Copa do Mundo pela primeira vez em 16 anos, após sua última participação, quando sediou a edição de 2010.

    A seleção “Bafana Bafana” já participou de três edições da Copa do Mundo, em 1998, 2002 e 2010, mas nunca conseguiu passar da fase de grupos, o que a faz esperar por uma surpresa logo no início contra os anfitriões para aumentar suas chances de classificação no grupo que também conta com a Coreia do Sul e a República Tcheca.

  • Número recorde de treinadores na noite de abertura

    Os recordes não serão exclusivos dos jogadores, já que o técnico da África do Sul, o belga Hugo Broos, se tornará o técnico mais velho a comandar uma partida na história da Copa do Mundo, aos 74 anos.

    Mas esse recorde não vai durar muito, já que, poucas horas depois, ele será superado pelo técnico da República Tcheca, Miroslav Koubek, cerca de sete meses mais velho, quando comandar sua seleção contra a Coreia do Sul na mesma rodada.

    Apesar disso, o novo recorde durará apenas alguns dias, já que o experiente técnico holandês Dick Advocaat se prepara para quebrá-lo novamente ao comandar a seleção de Curaçao contra a Alemanha, aos 78 anos, tornando-se o técnico mais velho a estar na linha de frente na história da Copa do Mundo.