O mundo do futebol foi pego de surpresa recentemente com o anúncio de que Cristiano Ronaldo, um dos maiores ícones da história do esporte, adquiriu uma participação estratégica no Almería, da Espanha. Agora com 25% das ações do clube andaluz, o atacante português não apenas expandiu seu portfólio de investimentos — que já é vasto, visto que ele é o primeiro jogador de futebol a se tornar bilionário ainda em atividade —, mas sinalizou uma fusão entre atleta de futebol, marca comercial e gestor corporativo.
Nos últimos anos, jogadores de elite passaram a utilizar seu talento dentro das quatro linhas para assegurar posições de influência fora delas, buscando uma transição de carreira que não dependa de cargos de comissão técnica, mas sim na gestão de clubes. Trata-se de um movimento de expansão de poder: a era do jogador-funcionário chega ao fim e dá espaço a era do jogador-instituição, que busca não ser apenas uma peça do quebra-cabeça, mas sim a pessoa que o monta.
Abaixo, a GOAL separou os jogadores em atividade que buscaram ampliar sua influência e adquirir participações em clubes ao redor do mundo. Seriam eles, oficialmente, os donos do jogo?
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