A pressão alta se tornou uma das principais identidades da seleção brasileira sob o comando de Carlo Ancelotti. Desde a chegada do treinador italiano, a equipe passou a encurtar o caminho até o gol a partir da recuperação da posse de bola no campo ofensivo, forçando erros dos adversários ou realizando desarmes próximos à área rival.
Os números mostram a eficiência da estratégia. Dos 33 gols marcados pelo Brasil com Ancelotti, oito nasceram justamente de recuperações de bola em zonas avançadas do campo, um a cada quatro gols da equipe.
O recurso voltou a ser decisivo na vitória por 3 a 0 sobre a Escócia, na última quarta-feira (24), quando os dois primeiros gols surgiram após pressão no ataque. Ainda houve mais um gol com a mesma origem, mas acabou anulado após revisão do VAR por uma falta na jogada.







