A edição da Copa do Mundo de 2026 se transformou em um verdadeiro guilhotina para os treinadores; a pressão pelos resultados, as expectativas elevadas e a ampliação do torneio para 48 seleções fizeram com que demissões e renúncias se tornassem um cenário recorrente após cada rodada.
Doze treinadores deixaram seus cargos durante o torneio ou logo após o término da campanha de suas seleções, confirmando que a Copa do Mundo de 2026 segue uma única regra: somente os resultados falam mais alto; por isso, a guilhotina continua aberta e pode atingir até mesmo veteranos como Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, após os pedidos por sua demissão após a dolorosa eliminação diante da Noruega.
