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Ancelotti será enterrado junto com eles? O cemitério da Copa do Mundo engolirá 12 vítimas

A edição da Copa do Mundo de 2026 se transformou em um verdadeiro guilhotina para os treinadores; a pressão pelos resultados, as expectativas elevadas e a ampliação do torneio para 48 seleções fizeram com que demissões e renúncias se tornassem um cenário recorrente após cada rodada.

Doze treinadores deixaram seus cargos durante o torneio ou logo após o término da campanha de suas seleções, confirmando que a Copa do Mundo de 2026 segue uma única regra: somente os resultados falam mais alto; por isso, a guilhotina continua aberta e pode atingir até mesmo veteranos como Carlo Ancelotti, técnico da seleção brasileira, após os pedidos por sua demissão após a dolorosa eliminação diante da Noruega.

  • Sabri Lamouchi... A eliminação da Tunísia encerra a aventura

    Sabri Lamouchi deixou o cargo de técnico da seleção da Tunísia após a eliminação na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, na qual as “Águias de Cartago” somaram apenas um ponto em três partidas e terminaram o grupo na última posição, com um desempenho ofensivo medíocre.

    A Federação Tunisiana de Futebol anunciou a rescisão do contrato por mútuo acordo poucas horas após a última derrota. No entanto, fontes próximas confirmaram que a pressão da torcida e da mídia acelerou a decisão. 

    A torcida atribuiu a Lemoshi a responsabilidade por suas escolhas técnicas e por sua postura defensiva exagerada.

    Moushi assumiu o cargo apenas oito meses antes da Copa do Mundo, não conseguiu construir uma identidade clara para a seleção e perdeu a confiança da torcida após uma eliminação precoce que poderia ter sido evitada, segundo opiniões dos analistas.

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  • Miroslav Kubík... O sonho tcheco desmorona rapidamente

    A trajetória de Miroslav Kubík com a seleção tcheca chegou ao fim na primeira fase. Uma derrota pesada para a Argentina e um empate decepcionante contra uma seleção asiática tornaram a classificação impossível antes da última rodada.

    A Federação Tcheca se reuniu em caráter de emergência na sede da delegação nos Estados Unidos. E decidiu rescindir o contrato de Kubík imediatamente, considerando que “a seleção não demonstrou nenhuma personalidade”.

    O técnico pagou o preço por não ter conseguido desenvolver a nova geração e por ter apostado em jogadores cujo desempenho estava em declínio.

    Kubík disse em sua despedida: “Assumo a responsabilidade... Precisávamos de mais coragem”, mas suas palavras não foram suficientes, já que a opinião pública tcheca exigia sangue novo antes das eliminatórias para a Euro 2028.

  • Steve Clark... O fim de uma era na Escócia

    Steve Clarke deixou a seleção da Escócia após cinco anos, na sequência da eliminação nas oitavas de final contra o Brasil. A derrota por 4 a 0 foi dura, mas veio para confirmar uma grande diferença de nível.

    Embora Clark tenha levado a Escócia à Copa do Mundo pela primeira vez desde 1998, o desempenho nas fases eliminatórias foi fraco. A seleção não acertou nenhum chute a gol durante os 90 minutos.

    Clark anunciou sua demissão na coletiva de imprensa, onde afirmou: “Levei a equipe o mais longe possível... É hora de mudar”.

    A Federação Escocesa agradeceu ao técnico por “colocar a seleção de volta no mapa”, mas já começou a procurar um treinador com maior ambição ofensiva.

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  • Jamal Al-Salamy... O sonho da Jordânia chega ao fim e uma partida discreta

    O marroquino Jamal Al-Salamy comandou a seleção da Jordânia em sua primeira participação na história da Copa do Mundo, mas o sonho chegou ao fim com três derrotas na fase de grupos.

    Al-Salamy apresentou sua demissão assim que voltou a Amã, onde afirmou: “Foi uma honra treinar a seleção jordaniana... Esta é a conclusão de uma jornada, e desejo a eles todo o sucesso”. A Federação Jordaniana aceitou a demissão e elogiou o “trabalho profissional” de Al-Salamy.

    O técnico marroquino conseguiu a classificação histórica, mas não conseguiu acompanhar o ritmo da Copa do Mundo. As diferenças físicas e técnicas ficaram bem evidentes. A população jordaniana se despediu dele com respeito, considerando que o problema vai além do técnico.

  • Marcelo Bielsa... “O Louco” se despede após o choque contra o Uruguai

    A eliminação do Uruguai na fase de grupos abalou a América Latina e levou à demissão de Marcelo Bielsa, que havia apresentado um projeto de longo prazo, mas deixou o cargo apenas 10 dias após o início da Copa do Mundo.

    A derrota para o Senegal, seguida do empate com o Japão, tirou a “Celeste” da disputa, enquanto Bielsa se manteve fiel ao seu estilo ofensivo aberto; no entanto, a defesa ficou exposta de forma desastrosa e sofreu 7 gols em duas partidas.

    A Federação Uruguaia rescindiu o contrato de comum acordo, enquanto Bielsa afirmou: “Não consegui transmitir minhas ideias”. Mas sua saída gerou polêmica: será que a diretoria foi injusta com ele ao trocar uma geração inteira meses antes do torneio?

  • Ronald Koeman... A máquina para e Koeman paga o preço

    A Holanda não conseguiu superar o choque da eliminação nas quartas de final contra a Inglaterra, nos pênaltis. Ronald Koeman foi demitido 48 horas após a partida.

    A imprensa holandesa criticou Koeman por suas substituições conservadoras e por sua insistência no esquema 5-3-2, que prejudicou o ataque dos “Moinhos”, mas a torcida achava que a seleção tinha potencial para chegar mais longe.

    Koeman se defendeu: “Chegamos às quartas de final. Isso não é um fracasso”, mas a Federação Holandesa considerou que “a atual geração de ouro precisa de uma mentalidade mais ousada” e começou a busca por um técnico jovem para liderar o projeto da Euro 2028.

  • "Nagelsmann paga o preço da eliminação humilhante... O projeto de 2028 desmorona"

    O projeto da seleção alemã fracassou prematuramente na Copa do Mundo de 2026, quando a Federação Alemã de Futebol anunciou a saída de Julian Nagelsmann do cargo de técnico da “Mannschaft” com efeito imediato, após a eliminação desastrosa nas oitavas de final contra o Paraguai, nos pênaltis.

    A decisão foi tomada após uma reunião secreta realizada um dia antes, na qual Nagelsmann solicitou sua dispensa do cargo após o fracasso retumbante; a Federação aceitou oficialmente o pedido, por recomendação do presidente Bernd Neudorf e com a aprovação do Conselho de Supervisão.

    Nagelsmann assumiu o cargo em setembro de 2023, sucedendo a Hans Flick, com um contrato ambicioso válido até 2028, mas a derrota inesperada para o Paraguai, apesar de ter liderado o Grupo 5, destruiu todos os planos. 

    A Alemanha sonhava com o título em solo americano, mas acabou sendo eliminada de forma inesperada, levando consigo à demissão o técnico que deveria comandá-la na Euro 2028.


  • Sebastián Picassisi... O Equador põe fim à aventura argentina

    O argentino Sebastián Picassisi alcançou um feito ao classificar a Equador, mas foi eliminado nas oitavas de final após uma derrota humilhante por 5 a 1 para a França.

    O jovem técnico argentino viu sua equipe entrar em colapso físico no segundo tempo. Ele foi alvo de críticas devido à má preparação física e à falta de experiência na condução de partidas importantes.

    A Federação da Equador anunciou a rescisão do contrato “para reavaliar o projeto”, enquanto Picassisi agradeceu aos jogadores e pediu desculpas à torcida, afirmando: “Aprendemos uma lição dura”. 

    A saída do técnico argentino era esperada, mas o momento, logo após o torneio, surpreendeu alguns.

  • Vladimir Petković... A decepção da Argélia derruba o suíço

    A Argélia chegou à Copa do Mundo de 2026 com grandes esperanças sob o comando de Vladimir Petković. No entanto, os “Verdes” foram eliminados na fase de grupos após um empate e duas derrotas.

    Petković não conseguiu criar uma combinação harmoniosa entre os jogadores locais e os profissionais. Mahrez não esteve à altura, e a defesa cometeu erros ingênuos que custaram seis gols à seleção.

    A Federação Argelina rescindiu o contrato logo após o retorno, por meio de um comunicado sucinto, no qual agradeceu ao técnico “por seus esforços”.

    Mas a indignação da torcida foi enorme; por isso, Petković partiu em silêncio, sem coletiva de despedida, encerrando assim uma experiência que não chegou a ser concluída.

  • Hyung Myeong-bo... A Coreia do Sul em busca de uma revolução

    A Coreia do Sul foi eliminada nas oitavas de final pela Espanha por 3 a 0, e o técnico local Hyung-myung Boo apresentou sua demissão imediatamente.

    Bu enfrentou críticas severas ao longo do torneio por depender excessivamente de Son Heung-min e negligenciar os jovens talentos, mas o esquema defensivo contra a Espanha desmoronou em 20 minutos.

    Ao se despedir, Hyung-myung Boo afirmou: “Assumo total responsabilidade... A Coreia merece o melhor”. 

    A Federação Coreana aceitou a demissão e iniciou negociações com um técnico estrangeiro, mas a opinião pública coreana clama por uma “revolução técnica” antes de sediar a Copa da Ásia de 2027.

  • Carlos Queiroz... O fim do projeto ganês

    Carlos Queiroz voltou à África passando por Gana, mas a jornada terminou rapidamente. Os “Estrelas Negras” foram eliminados na fase de grupos com apenas um ponto.

    Queiroz entrou em conflito com os jogadores da equipe devido à sua rigidez tática. Faltou entrosamento, e Gana entrou em campo sem ânimo. A derrota para o Canadá na última rodada foi a gota d’água.

    A Federação Ghanesa rescindiu o contrato “por não ter atingido as metas”, e Queiroz partiu sem fazer declarações, encerrando assim mais uma etapa de sua longa trajetória na África e na Ásia.

  • Javier Aguirre... O México se despede do seu técnico de cabeça erguida

    Javier Aguirre anunciou o fim de seu terceiro mandato à frente da seleção mexicana após a derrota por 3 a 2 para a Inglaterra nas oitavas de final, no Estádio Azteca.

    Aguerri afirmou que está deixando o cargo “para se dedicar à família”, após uma campanha que devolveu a identidade à seleção, apesar da dolorosa eliminação, e declarou seu apoio a Rafael Márquez para sucedê-lo: “Ele é capaz e vai me superar”.

    A torcida se despediu de Aguirre com grande respeito, já que ele restaurou a disciplina e o espírito de pertencimento, mas não conseguiu superar a maldição das oitavas de final. Sua saída era esperada, mas ele saiu pela porta grande, deixando um legado de respeito.