O jornal espanhol fez uma comparação entre o desempenho de Diomandé pela direita e seu desempenho pela esquerda, para determinar onde ele joga melhor.
Pela direita, normalmente recebe a bola nos pés, aberto, colado à linha lateral, e adota uma abordagem mais cautelosa: recebe a bola, atrai seu marcador, avalia a situação e, se não estiver seguro, tenta novamente.
O comportamento predominante quando joga com o pé natural é buscar espaço na ponta, chegar à linha de fundo e depois passar a bola para trás. Nesse caso, seja estando parados ou correndo, costumam superar seus defensores mais pela força física (potência/mudança de velocidade) do que pelo drible.
Sua arrancada diagonal em direção ao centro não tem a mesma precisão da arrancada de um jogador canhoto por natureza, como Olise, e isso é compreensível. No caso de Diomandé, seu pé esquerdo, apesar de ter marcado vários gols na temporada passada ao passar a bola para o outro pé no último instante na entrada da área, é considerado mais uma ferramenta do que uma arma. Ainda assim, tende a usá-lo em arrancadas longas e sinuosas para ultrapassar os adversários.
A força assustadora que ele gera é que, mesmo sem dominar sua saída em direção ao meio, encontrou uma "rota de fuga" contra as defesas recuadas que fecham sua saída por fora: atrai os adversários para atacar a frente ou o lado fraco com um cruzamento.
Os números mostram que Diomandé, jogando pela ponta direita, gera um número maior de chances a cada 90 minutos. Ele dribla mais (4,41 contra 3,23), completa mais cruzamentos (0,91 contra 0,67), passa mais para a área (2,21 contra 1,48), além de ter um alcance de finalizações maior (1,7 contra 1,48) e gols esperados mais altos (0,21 contra 0,16). No entanto, também registra um número maior de perdas de bola (2,21 contra 1,48).