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Vídeo: Estrela argentina dá um tapa em Trump!

A presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na cerimônia de coroação da seleção espanhola como campeã da Copa do Mundo de 2026, após a vitória por 1 a 0 sobre a Argentina na final, gerou ampla polêmica nas redes sociais, depois que o zagueiro argentino Cristian Romero o ignorou de forma evidente, enquanto o capitão da seleção espanhola, Rodri, pediu ao presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, que o retirasse da foto oficial dos campeões.

Um vídeo que se espalhou rapidamente pelas redes sociais mostrou o zagueiro argentino Cristian Romero passando ao lado do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — que estava presente para entregar os prêmios aos vencedores e aos vice-campeões — sem cumprimentá-lo nem apertar sua mão, um gesto que gerou amplas reações e foi considerado uma mensagem política clara.

A presença de Trump foi notável na foto oficial dos campeões mundiais, já que o presidente dos EUA permaneceu ao lado dos jogadores espanhóis para a foto final após a entrega da taça à seleção espanhola, embora o protocolo habitual exija que as autoridades se retirem após a entrega dos prêmios.

Relatos indicam que Rodri, capitão da seleção espanhola e eleito o melhor jogador do torneio, pediu a Gianni Infantino que afastasse Trump para que a foto destacasse melhor os campeões mundiais e sua comissão técnica, numa tentativa de preservar a intimidade do momento histórico da seleção espanhola.

Apesar desse pedido explícito do capitão da equipe campeã, o presidente dos Estados Unidos permaneceu na foto oficial com a seleção espanhola, “La Roja”, o que gerou amplas críticas nas redes sociais, onde muitos consideraram que sua presença dominante na cerimônia de coroação foi uma tentativa de explorar o evento esportivo para fins políticos.

Vale lembrar que Donald Trump, que retornou à Casa Branca em janeiro de 2025 para um segundo mandato presidencial, fez questão de comparecer pessoalmente à final da Copa do Mundo, sediada pelos Estados Unidos em parceria com o Canadá e o México, numa tentativa de destacar o papel de seu país na organização do maior torneio do mundo.

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