Durante o dérbi de Manchester entre Manchester United e Manchester City (0 a 1), Phil Foden recebeu cartão vermelho, enquanto Bruno Fernandes escapou bem. No entanto, essa não foi a única decisão muito discutida da arbitragem. O gol validado de Erling Haaland foi precedido por uma situação de impedimento discutível, como reconhece a Pro Ref.
À Sky Sports, a associação inglesa de árbitros informou que houve um erro e que o 0 a 1 foi validado de forma indevida, depois de o gol ter sido inicialmente anulado por impedimento.
Josko Gvardiol cruzou a bola para Enzo Fernández, que estava em posição de impedimento. O argentino tentou cabecear a bola e, com isso, obrigou Lisandro Martínez a marcá-lo. Dessa forma, Haaland ficou completamente livre na segunda trave e o norueguês pôde empurrar a bola para o gol.
A arbitragem anulou o gol por impedimento, mas o VAR reverteu a decisão do árbitro Michael Oliver e de seus assistentes e validou o gol mesmo assim. Após o fim da partida, houve grande revolta nos Red Devils. Michael Carrick e Martínez, mas também as lendas do clube Roy Keane e Gary Neville, demonstraram sua insatisfação.
A Pro Ref, a associação de árbitros, já se pronunciou. "Naquele mesmo ataque, foi constatado que Enzo Fernández não tocou na bola. Por isso, avaliar uma eventual situação de impedimento é uma decisão subjetiva", declarou a entidade.
Em seguida, a associação de árbitros reconhece que houve um erro. "Naquele momento, porém, o VAR não identificou qual possível influência a posição dele teve e deveria ter recomendado uma on-field review."
"Nesta noite, foi feito contato com o Manchester United para reconhecer que, em nossa opinião, houve um erro de avaliação. O incidente será analisado", explicou a entidade.





