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Brasil I Copa do Mundo I 01 07 18

Uma Seleção Brasileira na qual mais de 11 merecem a titularidade

Sai Danilo, entra Fagner. Evolução. Sai Marcelo, entra Filipe Luís. Excelência mantida. Tite não poderia estar mais satisfeito com as forçadas mudanças no time titular do Brasil. Uma satisfação notada com muita facilidade em Samara, na véspera da partida contra o México, pelas oitavas de final da Copa do Mundo.

Talvez um dos jogadores mais contestados por parte da torcida e da imprensa antes de a bola rolar na Rússia, o lateral-direito do Corinthians tem (merecidamente) calado os críticos. Em grande estilo, aliás. Não se intimidou e fez duas grandes partidas, principalmente no "enfrentamento", termo usado com frequência pelo treinador.

Brasil I Copa do Mundo I 01 07 18
(Foto: Pedro Martins/MoWa Press)

Já o lateral-esquerdo do Atlético de Madrid, que tem o "azar" de ter como concorrente Marcelo, um dos maiores jogadores da posição na história, foi fundamental diante da Sérvia, tendo defendido com segurança e ainda sido eficiente no toque de bola para encontrar os atacantes entre linhas. Mantido para o duelo com os mexicanos, tem tudo para ser importante na contenção dos rápidos e perigosos contra-ataques.

Injusto seria não mencionar também Douglas Costa. Apesar de a troca não ter sido acarretada por lesão, o meia-atacante da Juventus, que curiosamente (e infelizmente) está lesionado no momento, teve participação decisiva contra a Costa Rica. Substituiu Willian logo na volta do intervalo e mudou totalmente o cenário do confronto, com velozes jogadas de linha de fundo, infiltrações e, sobretudo, a assistência para o gol de Neymar.

Os resultados e as alterações estão a favor de Tite. Mas há ainda quem reclame. Há ainda quem coloque em xeque o trabalho. Sabe o velho costume do brasileiro de achar que aquele que não está jogando merece jogar? Então, tem um certo sentido. O problema é que hoje, dentro do grupo dos 23, mais de 11 jogadores merecem a titularidade.

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