Um torcedor da Noruega virou assunto entre o público durante a Copa do Mundo de 2026, depois de se recusar a participar das comemorações inspiradas na tradição viking, que se tornaram um fenômeno generalizado entre os torcedores da seleção norueguesa, expressando sua oposição ao que considerou uma “ideia idiota”.
Durante a vitória da Noruega sobre o Senegal (3 a 2), as câmeras de TV captaram o torcedor Emil Anirsch Labin sentado em seu lugar, sem qualquer reação, enquanto os torcedores ao seu redor faziam o gesto coletivo de remada para comemorar a conquista da seleção, que garantiu a classificação para as oitavas de final.
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O comentarista do canal norueguês NRK disse, quando a câmera se aproximou de Lapin: “Tem alguém que não quer fazer parte do jogo”, segundo a agência “Reuters”.
Por sua vez, Lapin declarou ao jornal “Verdens Gang”: “Acho que xingar foi uma ideia idiota desde o início. Nunca gostei disso... Fico claramente imóvel quando as pessoas começam a xingar”.
No entanto, Lapin disse que achou que o gesto de remar o lembrava muito dos torcedores da Islândia e do “som de trovão” que eles faziam em campeonatos anteriores, e que o gesto em si não é historicamente preciso, já que os longos barcos vikings, na maioria das vezes, eram movidos a velas.
Ele acrescentou: “Tenho que defender minha opinião, e não haverá remada no futuro também. Isso seria rapidamente percebido na tela da TV, se eu de repente começasse a remar agora... Uma vez que você começa, precisa levar isso até o fim, pelo que acredito”.
