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Um golpe duro... Será que Messi foi injustiçado na noite da final da Copa do Mundo?

A perda da Copa do Mundo não foi o único momento doloroso para Lionel Messi na noite em que se fechou o cortina do Mundial de 2026, mas o segundo choque veio quando ele também perdeu o prêmio de melhor jogador do torneio, apesar dos números excepcionais que alcançou ao longo da competição, reacendendo a polêmica sobre os critérios de seleção do vencedor do prêmio individual mais importante da Copa do Mundo.

A seleção argentina perdeu para a Espanha por 1 a 0 na final, e Messi não conseguiu liderar o “Tango” na defesa do título mundial conquistado na edição anterior. Após o apito final, o capitão da Argentina mostrou-se profundamente abalado, antes de ver o meio-campista espanhol Rodri receber o prêmio de melhor jogador do torneio.

Os números de Messi... mereciam o prêmio?

Ao analisar os números do capitão da Argentina, as dúvidas parecem justificadas para muitos torcedores. Messi terminou o torneio em segundo lugar na artilharia, com 8 gols, além de ter dado 4 assistências, sendo o jogador que mais contribuiu para os gols da seleção de seu país na trajetória até a final.

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E as conquistas de Messi não se limitaram à edição atual, já que ele também consolidou seu lugar na história ao elevar seu total para 21 gols na história da Copa do Mundo, tornando-se o segundo maior artilheiro da competição, além de manter seu recorde como o jogador com mais assistências nas fases eliminatórias da Copa do Mundo, ao atingir 10 assistências decisivas — um número que nenhum outro jogador havia alcançado antes.

Além disso, o astro argentino apresentou atuações individuais excepcionais ao longo de todo o torneio, sendo a mais notável delas contra a Inglaterra na semifinal, quando deu assistência para os dois gols da vitória e fez uma de suas melhores partidas com a camisa da Argentina, levando a seleção de seu país à final pela segunda vez consecutiva.

Rodri... o coração pulsante da Espanha

Por outro lado, a escolha de Rodri não foi por acaso, já que o jogador do Manchester City desempenhou um papel fundamental na conquista do título pela Espanha e foi o cérebro do meio-campo espanhol durante todo o torneio, graças à sua capacidade de controlar o ritmo do jogo, ligar as linhas e impor o estilo de posse de bola que caracterizou a “La Roja”.

A final veio para demonstrar claramente o valor de Rodri, depois que ele completou 101 passes certos de um total de 106, com uma precisão de 95%, contribuindo diretamente para impor o domínio espanhol sobre o andamento da partida e impedir que a Argentina impusesse seu estilo de jogo.

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Rodri não se limitou a brilhar na final, mas também entrou para a história ao se tornar o jogador com o maior número de passes precisos na história da Copa do Mundo, com 1.394 passes, superando o recorde que pertencia ao brasileiro Dunga, que somava 1.306 passes.

E a polêmica continua entre aqueles que acham que Messi merecia o título graças à sua influência no ataque e aos seus números históricos, e aqueles que consideram que Rodri foi o jogador mais completo e influente da seleção que conquistou o título sem nenhuma derrota.

Entre essas duas opiniões, o prêmio de melhor jogador continua sendo um dos mais polêmicos após o término de cada edição da Copa do Mundo.

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