Num grupo com França, Peru e Dinamarca, a Austrália pode ser considerada zebra. Participando da Copa do Mundo pela quinta vez, sendo a quarta consecutiva, a seleção é considerada limitada técnicamente, mas a força física ganha destaque.
O meia experiente Tim Cahill pode ser considerado o astro da equipe, que também conta com Mooy, peça importantíssima no esquema do técnico Bert van Marwik, uma vez que é o grande responsável pelas jogadas ofensivas e o "cérebro pensante".

Terceiro lugar no Grupo 2 das Eliminatórias Asiáticas, o time teve que passar por duas repescagens para carimbar o passaporte. Viradas improváveis e gols no fim do jogo ajudaram os australianos. Resta agora saber se a força física irá superar a falta de qualidade técnica dos jogadores que terão pela frente duros adversários.
Se avançar às oitavas de final, a Austrália ainda assim não terá vida fácil no cruzamento com o Grupo D, formado por Argentina, Croácia, Islândia e Nigéria.
