Salário é o maior obstáculo para o Milan fechar com Higuaín

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Juventus aceita ceder o atacante argentino com opção de compra obrigatória. Porém, o goleador argentino não quer reduzir vencimento de 7,5 mi de euros

O rumor inicial parecia ter conotações para se tornar realidade, mas com o passar dos dias, as negociações entre Milan e Juventus avançam a fim de encaixar todas as peças de uma operação de grande escala que deverá culminar com a chegada de Gonzalo Higuain ao clube 'rossonero' e a volta de Leonardo Bonucci ao time 'bianconera'.

Hoje, o principal obstáculo para esta troca entre os dois principais clubes de 'calcio' é o salário que Higuain recebe. O atacante argentino cobra 7,5 milhões de euros por ano e, aos 30 anos, não está disposto a aceitar uma redução.

O Milan, por outro lado, teria encontrado a fórmula para a assinatura de Higuain ser economicamente viável. Uma generosa cessão com opção de compra compulsória permitiu que o clube Lombard realizasse o desembolso em dois pagamentos. A Juve, que adicionou Pipita del Nápoles em julho de 2016 em troca de 90 milhões de euros, já teria concordado.

Mas há mais nomes envolvidos na operação. Bonucci, como é seu desejo, seria Juve quase um ano depois de sua partida e, em vez do Milan incorporar na posição central para Mattia Caldara, prometendo 24 anos de idade, já internacional com a equipe nacional italiana, a A Juventus assinou em janeiro de 2017 e agora foi repassada depois de ter sido emprestada pela Atalanta desde então.

A inclusão no acordo do atacante croata Marko Pjaca, que a Juve cedeu ao Schalke em janeiro e que agora teria um lugar em Milão, não está descartada.

Se não consumado o negócio, o Chelsea poderia realizar uma última tentativa para contratar Higuaín ou Caldara, dois dos objetivos de seu novo treinador, o italiano Maurizio Sarri, que já teve suas ordens para Pipita no Napoli.

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