ANÁLISE
Dono do maior salário do elenco do Atlético-MG, Robinho já deixou claro que topa renovar o contrato com um salário menor do que o recebido na atual temporada - R$ 800 mil por mês. Mas vale a pena manter o Rei das Pedaladas?
Titular absoluto desde a chegada de Oswaldo de Oliveira, o camisa 7 é uma peça importante no grupo. Não só pelo futebol apresentado, mas também devido ao perfil de liderança.
Contratado em fevereiro de 2016, o atacante demonstrou bom futebol em sua primeira temporada com as cores do Galo. Ele marcou 25 gols e deu 10 assistências em 55 jogos pela equipe.
Bruno Cantini/Atlético-MG
(Foto: Bruno Cantini/Divulgação/Atlético-MG)
O craque terminou o primeiro ano como melhor garçom e goleador do time que atuou sob as batutas de Diego Aguirre e Marcelo Oliveira.
Em 2017, a queda do atleta foi brusca. Embora tenha sido decisivo ao marcar um dos gols na final do Campeonato Mineiro sobre o Cruzeiro, Robinho vive uma temporada bem abaixo da expectativa. Não é à toa que chegou a ficar entre os reservas com o técnico Rogério Micale.
Em 46 partidas disputadas no ano, ele marcou 11 gols e deu oito assistências. A melhor fase do atleta foi após a chegada de Oswaldo de Oliveira, há exatamente um mês.
Goal"Eu aceitaria sim [reduzir o salário], quando há interesse de ambas as partes, é só conversar e sentar, não tem problema nenhum. O mais importante é estar feliz e fazer aquilo que gosto, que é jogar futebol", afirmou o atleta.


