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Simeone Zidane Atletico Madrid Real MadridGetty Images

Real Madrid ignorou o Atleti como rival, mas Simeone ressuscitou o clássico

Em determinado momento na história do Derby de Madri, torcedores do Real provocavam o Atleti com um recado que demonstrava a clara diferença técnica entre as equipes que estavam de cada lado.

“Procura-se rival digno para dérbi decente”, dizia a faixa levantada pelos merengues atrás de um dos gols do estádio Santiago Bernabéu. Naquela noite de novembro, em 2011, o Real Madrid goleou por 4 a 1, completando 12 anos sem derrotas contra o vizinho.

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Os colchoneros ainda demorariam dois anos para acabarem com a maldição, mas no início de 2012 iniciaram o trabalho que pôs um fim definitivo àquela faixa: foi quando Diego Simeone chegou ao antigo Vicente Calderón.

Desde então, o Atlético de Madrid mudou de patamar no futebol europeu. Voltou a ser um pouco do que era em décadas anteriores, se colocando entre as maiores potências da Espanha e do Velho Continente: conquistou duas vezes a Europa League, conquistou um histórico título de La Liga – acabando, em 2014, com o duopólio entre Real e Barça – e uma Copa do Rei conquistada, em 2013, dentro do Santiago Bernabéu. Aqueles 2 a 1 sobre o Real colocaram um ponto final no longo jejum de vitórias sobre o rival, e fez o que os madridistas tanto pediram. Foi o anúncio definitivo de um Atleti forte.

Desde então, Real e Atleti decidiram duas finais de Champions League, e embora os Blancos tenham levado a melhor nas ocasiões, os colchoneros seguem dando cada vez mais trabalho. Nos últimos quatro confrontos, por exemplo, os Colchoneros venceram duas vezes por goleada: 4 a 2 na Supercopa Europeia em 2018, e incríveis 7 a 3 em amistoso de pré-temporada meses atrás.

Neste sábado (27), Atlético de Madrid e Real se enfrentam no Wanda Metropolitano, a moderna nova casa colchonera, pela sétima rodada de La Liga. Os Blancos lideram o campeonato com 14 pontos e são perseguidos de perto pelos rivais. Quem vencer, dentre os dois times que mais gastaram dinheiro nesta janela de transferências, assume a ponta da tabela. Se era rival que os madridistas queriam, os colchoneros passaram a ser uma ameaça constante.

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