O presidente da Confederação Sul-Americana de Futebol (CONMEBOL), Alejandro Domínguez, causou surpresa nos círculos esportivos ao anunciar que a Copa do Mundo de 2030 terá uma expansão histórica, passando a contar com 64 seleções.
Historicamente, a Copa do Mundo contava com 16 seleções, antes de ser ampliada para 24 em 1982 e, posteriormente, para 32 a partir da edição de 1998, enquanto a edição de 2026 foi a maior da história, com a participação de 48 seleções.
Alejandro Domínguez confirmou, por meio de suas redes sociais, que a Copa do Mundo de 2030 contará com a participação de 64 seleções, em comemoração ao centenário do início da competição.
Esses desenvolvimentos ocorrem em um momento em que a competição adotará um formato único: Uruguai, Argentina e Paraguai sediarão partidas individuais, enquanto o restante das competições será organizado conjuntamente por Marrocos, Portugal e Espanha.
É certo que essa possível ampliação do torneio para 64 seleções terá um impacto direto e inevitável no sistema de eliminatórias para a Copa do Mundo.
O presidente da Federação Internacional de Futebol (FIFA), Gianni Infantino, já havia dado a entender essa ideia, indicando que “analisariam essa questão” após o término da edição que será realizada nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
Infantino declarou: “Ao organizar a Copa do Mundo, é importante fazê-lo para o mundo inteiro, não apenas para a Europa e a América do Sul, mas, de fato, para o mundo inteiro. Todos os países devem ter a oportunidade de sonhar em participar da Copa do Mundo”.
