Por causa de uma superstição, o presidente argentino Javier Milei decidiu não comparecer à final da Copa do Mundo de 2026, marcada para o próximo domingo entre a Argentina e a Espanha no estádio MetLife, nos Estados Unidos, preferindo assistir à partida de sua residência.
Mili afirmou, em entrevista à rádio “El Observador” nesta quinta-feira, que não abrirá mão, sob nenhuma circunstância, de seus rituais, que considera trazem sorte, e que consistem em assistir aos jogos da seleção argentina da sede da presidência em Olivos, como fez durante todo o percurso do torneio.
O presidente argentino acrescentou, justificando sua ausência na final da Copa do Mundo de 2026, da qual a seleção de seu país é uma das participantes: “Vou continuar assistindo aos jogos de Olivos, exatamente como fiz no primeiro dia”.
E quando questionado diretamente se sua decisão de não comparecer à partida da seleção de seu país se devia a uma superstição, ele respondeu com clareza: “Sim”.
Mili revelou detalhes de seus rituais, explicando que usa um casaco da empresa estatal de energia YPF como amuleto da sorte durante as partidas, e disse: “No dia da partida contra a Suíça, senti muito calor; assim que tirei o casaco, eles marcaram um gol contra a nossa trave. Então, voltei a vesti-lo e não o tirei mais desde então”.
A decisão de Milí contrasta com a posição espanhola, já que a Casa Real em Madri confirmou ontem, quarta-feira, que o rei Felipe VI assistirá à final no estádio MetLife, em East Rutherford, na região metropolitana de Nova York, acompanhado pela rainha Letícia e por suas filhas, a princesa Leonor e a infanta Sofia, para torcer pela seleção espanhola nessa final histórica.

