Os preços dos ingressos para a final da Copa do Mundo de 2026, marcada para o próximo domingo no estádio MetLife, nos subúrbios de Nova York, atingiram níveis astronômicos sem precedentes.
O jornal “L’Équipe” informou que a Federação Internacional anunciou inicialmente quatro categorias de preços de ingressos para os torcedores, sendo que o preço do ingresso da primeira categoria era de 11 mil dólares, da segunda, 5.500 dólares, e da terceira, 3.600 dólares, enquanto o preço do ingresso mais barato era de 800 dólares.
No entanto, nas últimas semanas, esses preços sofreram um aumento colossal, conforme relatado pela rede americana “ABC News”, tendo quase triplicado, com o preço do ingresso mais caro chegando a 32 mil e 970 dólares.
Gianni Infantino, presidente da FIFA, justificou essa política de preços, referindo que os Estados Unidos possuem “um dos mercados de entretenimento mais desenvolvidos do mundo”.
E a situação não parou por aí: o site oficial de revenda de ingressos, supervisionado pela FIFA — que recebe uma comissão de 15% sobre cada venda —, exibiu alguns dos ingressos mais exclusivos a preços que chegaram a dois milhões de dólares, sem que se soubesse se eles realmente haviam sido vendidos ou não.
Diante desse número chocante, Infantino recorreu ao humor, dizendo: “Se alguém comprar um ingresso para a final da Copa do Mundo por dois milhões de dólares, eu mesmo vou lhe oferecer salsichas e um refrigerante, para garantir que ele passe um tempo maravilhoso”.
De acordo com o site “SeatPick”, especializado em comparação de preços de ingressos, que analisou seus dados sobre os preços dos jogos da última Copa do Mundo, o ingresso mais barato disponível atualmente para a final do torneio custa 4.451 euros, enquanto o preço do ingresso mais caro chega a 188 mil e 803 euros.


