Depois de investigar as formas de improvisar, a relação com a família e as influências do samba, a série Raiz do Futebol chega ao quarto episódio com um dos cenários mais identificados com o Brasil: aquela faixa de areia, à beira do mar, onde tudo convive e se inventa junto.
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Por razões óbvias, 'Praia' se passa inteiramente no Rio de Janeiro. A popularização do lazer e da prática esportiva próximo ao mar passa muito pelas referências daquela que é chamada Cidade Maravilhosa, desde os tempos de capital do país até hoje.
Por isso, passamos alguns dias assistindo e conversando com quem só desgruda da bola para dar um mergulho. Começamos pela altinha, em que Robertinho Canela e sua turma, no Leblon, confraternizam com a redonda subindo entre homens, mulheres, idosos e crianças.
Depois, chegamos na galera do futevôlei, em Ipanema. Léo Tubarão e seus parceiros encontram na quadra dividida por uma rede o seu jeito de jogar futebol. Habilidoso, único e, para a maioria das pessoas, difícil.
E por fim, o beach soccer, interagindo com a seleção brasileira e com o ex-jogador Jorginho para entender os motivos desses boleiros terem se apaixonado por esse futebol de areia fofa, sol na cabeça e lances tão bonitos.
Tudo isso tentando entender e contextualizar a influência dessa bola à beira-mar no futebol brasileiro. Aliás, o historiador Luiz Antonio Simas nos ajuda: seria a praia a resistência para uma cidade tomada por arenas?
A série Raiz do Futebol busca mostrar como o país se relaciona com o jogo e, se alguns assuntos podem ser comuns a outros lugares do planeta, esse especificamente é bastante nosso. A praia, o Rio de Janeiro, a habilidade com os pés na areia: isso é muito futebol brasileiro.