Quando a bola rolar entre Brasil e México, nesta segunda-feira (2), pelas oitavas de final da Copa do Mundo, um dos jogadores terá os holofotes tirados de si. Os motivos não estão relacionados com aspectos que envolvem o rendimento nos gramados.
Rafael Márquez, zagueiro lendário dos mexicanos, é acusado de vínculo com o narcotráfico e, por conta disso, está proibido de ter relações comerciais com empresas dos Estados Unidos. Desta forma, com o pretexto de "não prejudicar a imagem do jogador, nem da Federação Mexicana de Futebol (FMF)", o jogador está no Centro de Alto Rendimento da equipe, com os companheiros de time, mas não pode treinar com o uniforme que tenha as estampas dos patrocinadores.
A defesa de Márquez trabalha nos tribunais para que a decisão do tribunal estadunidense seja mudada, para que o zagueiro consiga retomar os contatos com empresas de lá e tenha novamente o visto de trabalho, revogado desde o início do processo.
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Rafa Márquez chegou à marca de cinco Mundiais disputados, igualando-se ao também mexicano Antonio Carbajal, o italiano Gianluigi Buffon e o alemão Lotthar Matthäus.

Caso os mexicanos superem os brasileiros, aguardam a definição do outro jogo das oitavas de final, entre Bélgica e Japão, para saber quem encaram nas quartas do Mundial.
