Foi concluído, na tarde desta segunda-feira (29), o inquérito que apurou a acusação de violência sexual feita pela modelo Najila de Souza contra Neymar. O parecer feito pela delegada Juliana Lopes Bussacos, titular da 6ª Delegacia de Defesa da Mulher, em São Paulo decidiu não indiciar o atacante brasileiro.
O próximo passo abre espaço para arquivamento do inquérito ou inclusão de novas diligências, que pode ser oferecido pelas promotoras do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica (Gevid), caso decidam oferecer denúncia – uma acusação formal. O Ministério Público tem um prazo legal de 15 dias para se manifestar. Desde quando surgiu a acusação, Neymar sempre alegou inocência.
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Para tomar a decisão emitida nesta segunda, a delegada solicitou acesso às imagens das câmeras de segurança do hotel, localizado em Paris, onde supostamente teria acontecido o estupro, assim como o prontuário médico do ginecologista particular da acusadora.
"Algumas diligências que a delegada de polícia solicitou só poderão ser cumpridas com ordem judicial. Por isso ela fez o pedido neste momento. Ela não conseguiu requerer diretamente. Então dependemos das respostas dos órgãos solicitados. Não dá para saber se isso acontece em 30 dias", afirmou a promotora de enfrentamento à violência doméstica, Estefânia Paulin, para a Jovem Pan.
O Ministério Público teve acesso às cópias dos inquéritos de extorsão, que foram anexadas à investigação. As imagens íntimas e o prontuário médico, contudo, não chegaram, mas ainda assim a delegada optou por encerrar a investigação.


