O caso da contratação do novo treinador do Al-Ahli saudita voltou à estaca zero, depois de recuarem as chances de acerto com os espanhóis Xavi Hernández e Marcelino García, cujos nomes foram associados ao comando da equipe como sucessores do alemão Matthias Jaissle.
Jaissle apresentou seu pedido de demissão à diretoria do Al-Ahli após conduzir a equipe a dois títulos consecutivos da Champions League da Ásia, com o objetivo de iniciar uma nova experiência no Newcastle United.
O Al-Ahli parecia estar perto de definir rapidamente o substituto do técnico alemão, mas o jornalista italiano de credibilidade Fabrizio Romano afirmou que o que circulou nas últimas horas sobre a aproximação de Xavi ou Marcelino ao comando do Al-Ahli não é verdadeiro.
O especialista no mercado de transferências enfatizou, através do "X", que os treinadores não estão perto de assumir a missão nesta fase.
Essas informações lançaram uma sombra de dúvida sobre o rumo das negociações, depois de relatos anteriores indicarem que o Al-Ahli havia avançado em suas conversas com os treinadores espanhóis.
O jornal "Al-Riyadiah" havia revelado na noite da última sexta-feira que a diretoria do Al-Ahli concedeu a Xavi um prazo de 48 horas para definir sua posição sobre a proposta oficial que lhe foi apresentada, diante de sua liderança na lista de candidatos a suceder Jaissle.
O jornal esclareceu que a diretoria do clube mantinha, ao mesmo tempo, suas negociações com mais de um treinador, prevenindo-se contra uma eventual recusa de Xavi à proposta, com uma tendência a contratar um treinador que já tenha trabalhado no Campeonato Saudita ou em uma das competições da região.
Em contrapartida, o site francês "Foot Mercato" noticiou neste sábado que o Al-Ahli chegou a uma fase avançada das negociações com Marcelino García, e que o treinador espanhol manifestou sua concordância em comandar a equipe, enquanto o trabalho continua para concluir os detalhes finais do contrato.
