O confronto entre Al Khaleej e seu visitante Al Hilal, disputado no estádio Príncipe Mohammed bin Fahd pela quarta rodada da Liga Roshn Saudita, teve um lance de arbitragem que gerou ampla polêmica após a marcação de um pênalti inusitado a favor dos donos da casa durante o segundo tempo.
O Al Hilal havia imposto seu domínio absoluto sobre o andamento da partida desde o início, fechando o primeiro tempo com uma vantagem arrasadora pelo placar de 5 a 1, antes que o minuto 64 registrasse um lance incomum na cobrança de um tiro de meta a favor da equipe azul.
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Os detalhes do episódio remontam ao passe do goleiro marroquino Yassine Bounou para seu companheiro, o zagueiro senegalês Kalidou Koulibaly, para que ele reiniciasse a jogada. No entanto, este último pegou a bola com a mão para reposicioná-la, acreditando que a cobrança ainda não havia sido executada, levando o árbitro da partida a considerar que a bola estava em jogo no momento em que foi tocada pelo goleiro, atribuindo a culpa a Koulibaly e marcando um pênalti em meio a protestos do Al Hilal.
A tecnologia do árbitro de vídeo (VAR) confirmou a decisão do árbitro de campo, e o jogador Baró assumiu a cobrança do pênalti a favor do Al Khaleej, mas o goleiro Yassine Bounou conseguiu remendar o erro do lance com uma defesa brilhante da penalidade ao seu próprio estilo, por meio de um movimento inteligente para confundir o cobrador e proteger seu gol de um segundo tento.





