Por Bruno Andrade 
Paris amanheceu neste sábado pronta para brilhar. Não pelo sol, que, como de costume, se escondeu atrás das nuvens de chuva fina e apareceu vez ou outra. Sem intensidade, é claro. O verdadeiro brilho estava guardado com Neymar, o novo príncipe da capital francesa.
Antes de a bola rolar para Paris Saint-Germain e Amiens, na estreia da Ligue 1, o craque brasileiro foi apresentado aos torcedores. Mais de 40 mil chegaram mais cedo ao Parc des Princes para curtir a festa no embalo do DJ Martin Solveig e saudar o camisa 10.
L'accueil de @neymarjr par le Parc des Princes et le @Co_Ultras_Paris ! Juste magnifique
— PSG Officiel (@PSG_inside) 5 de agosto de 2017
#BemvindoNeymarJR pic.twitter.com/14xLHY0ilc
Famoso por ser um clube até certo ponto sem encanto, porém movido por dinheiro qatariano que parece sem fim, o PSG sentiu que com Neymar o cenário pode (e deve) mudar. O carisma de origem tupiniquim, que já vinha dando o ar da graça com Marquinhos, Thiago Silva, Lucas e mais recentemete Dani Alves, agora atingiu o ponto máximo com o reforço de 222 milhões de euros.
Descartado da partida, por conta do atraso na documentação, o ex-santista ressaltou o "novo grande desafio" na carreira, ameaçou algumas embaixadinhas e deu uma volta olímpica, tendo sido aplaudido de pé durante todo o percuso. Ao som adaptado da famosa "Aquarela do Brasil", agradeceu o apoio e levou a torcida ao delírio ao jogar a camisa na direção da principal organizada do clube.
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O clima em Paris, seja de sol ou chuva, é todo favorável a Neymar. Foi contratado para ser protagonista, apesar de ter recusado (da boca para fora) o posto e, principalmente, fazer história. Tem tudo para corresponder às expectativas.


