É evidente que Neymar não é jogador de um jogo. O brasileiro, de 25 anos, há várias temporadas se mostra como um dos melhores do mundo. Mas, nesse encontro, deixou uma marca inapagável. Tão difícil de apagar que, vários meses depois, o time permanece com a obsessão de contar com ele e está disposo a pagar mais de 200 milhões de euros.
Em 8 de março de 2017, pelo jogo de volta das oitavas de final da Champions League, Neymar fez uma partida que ficou para a história. Neste dia, nem Messi conseguiu igualar a figura de um jogador completamente endiabrado.
Contra o PSG, o dia qu o Barcelona virou o 0-4 com um 6-1 tão histórico como polêmico pela atuação do árbitro, é provável que Neymar tenha feito o melhor jogo com a camisa do time espanhol.
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Segundo dados da Opta, Neymar, que marcou dois gols nesse jogo (um de falta e outro de pênalti) tentou 13 arremates nessa partida, dos quais apenas quatro foram bons. Além disso, recebeu oito faltas, um indício de que a zaga do PSG sofreu e se viu por momentos sobrecarregada. A essa estatística se soma uma assistência perfeita para Sergi Roberto (em um dos gols que foi um dos mais comemorados na história do clube catalão).
As estatísticas não param por aí: o brasileiro deu 43 bons passes, 18 errados, além de seis finalizações.
Talvez os números sejam o menos importante desse encontro. Provavelmente a passagem mais importante passe por outro lado. Neymar jogo tão bem e foi tão protagonista que Lionel Messi foi um dos primeiros a notar. O argentino, ciente de que seu companheiro estava em chamas, decidiu cedo o pênalti decisivo para o brasileiro. A idéia perfeita para uma parceira que por um tempo não voltará a se juntar.
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