Joan Laporta, presidente do Barcelona, revelou os bastidores da movimentação do clube para contratar o argentino Julián Álvarez, atacante do Atlético de Madrid, durante a janela de transferências de verão, esclarecendo os detalhes das negociações e a posição do clube madrilenho quanto à saída do jogador.
Laporta afirmou, durante uma reunião com os delegados do Barcelona, que o clube apresentou uma proposta oficial no valor de 100 milhões de euros para contratar Álvarez, mas o Atlético de Madrid se recusou a discutir a oferta desde o início.
O presidente do Barcelona explicou que Miguel Ángel Gil Marín, presidente-executivo do Atlético de Madrid, o informou de que seu clube não desejava vender Álvarez por não ter um substituto adequado para o jogador, acrescentando: "Disse a ele que, se havia outros motivos por trás da recusa do negócio, deveria nos contá-los, porque a maneira como lidaram com o assunto não foi apropriada".
E completou: "No fim, revelaram sua verdadeira face ao admitir que venderiam o jogador para qualquer clube, exceto o Barcelona".
Laporta explicou: "Tenho uma explicação para o que aconteceu, mas não vou falar sobre ela publicamente, porque não tenho provas disso", afirmando que o caso Álvarez já é passado e que o Barcelona está satisfeito com seu elenco atual, além de elogiar o trabalho realizado pelo diretor esportivo Deco.
Em outro contexto, Laporta criticou a quantidade de datas Fifa, considerando que elas afetam o ritmo do Barcelona e aumentam a sobrecarga dos jogadores, apontando que Hansi Flick conversou com ele sobre os prejuízos causados por essas paralisações, especialmente diante da pressão dos jogos e do grande número de competições internacionais.
O presidente do Barcelona citou o que aconteceu com Raphinha na temporada passada, explicando que o jogador estava em boa forma antes de sofrer a lesão, após uma sequência de jogos e viagens de longas distâncias, apesar dos alertas da comissão técnica sobre o risco de ele se lesionar.





