+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento
FRANCE-POLITICS-DIPLOMACY-MACRON-KAGAME-ELYSEE-PARIS-JUNE-02-202AFP

Traduzido por

Khelaifi revela em comunicado oficial a verdade sobre seu desejo de suceder Infantino

Nasser Al-Khelaifi, presidente do clube francês Paris Saint-Germain, negou qualquer desejo de se candidatar à presidência da Federação Internacional de Futebol (Fifa), como sucessor de Gianni Infantino nas eleições marcadas para 2027, apesar dos crescentes rumores que o apontam como candidato ideal apoiado pela União das Federações Europeias de Futebol (Uefa).

A negativa veio por meio de um dos porta-vozes oficiais do qatariano, em resposta a reportagens publicadas na imprensa britânica, incluindo a "Politico" e o "The Telegraph", que o apontavam como candidato apoiado pela Uefa e pelo futebol europeu à presidência da Fifa. O porta-voz declarou: "O senhor Al-Khelaifi não tem qualquer ambição, intenção ou interesse por esse cargo na Fifa ou por toda essa agitação midiática; pelo contrário, ele seguirá apoiando, de forma prudente e construtiva, todas as instituições do futebol mundial e europeu".

Um candidato europeu para frustrar o plano de Infantino

As reportagens da imprensa britânica haviam indicado que Al-Khelaifi é amplamente visto como um sucessor ideal de Infantino, especialmente diante da crise atual que a Fifa atravessa por causa do plano do presidente suíço de criar uma empresa comercial vinculada à entidade internacional.

A eventual candidatura de Al-Khelaifi, segundo essas reportagens, tem como objetivo frustrar o mais recente projeto de Infantino, que encontrou forte oposição da Uefa, cuja postura chegou ao ponto de ameaçar boicotar a Copa do Mundo em protesto contra esse plano polêmico.

Uma posição consolidada nas instituições europeias

Al-Khelaifi, que preside o Paris Saint-Germain desde 2011, goza de uma posição consolidada nas instituições do futebol europeu, sendo membro do Comitê Executivo da Uefa há muitos anos, além de presidir a Associação de Clubes Europeus (EFC), anteriormente conhecida como Associação de Clubes Europeus (ECA), que representa mais de 850 clubes europeus.

O qatariano é considerado próximo de Aleksander Ceferin, presidente da União das Federações Europeias de Futebol, o que faz dele, aos olhos de muitos, um candidato natural para comandar a Fifa caso a Europa deseje retomar o controle da entidade internacional.

A Associação de Clubes Europeus condena o projeto de Infantino

Em contexto relacionado, a Associação de Clubes Europeus (EFC), presidida por Al-Khelaifi, anunciou, em comunicado de imprensa, que observou "com grande preocupação os comunicados de imprensa repentinos e unilaterais" divulgados pela Fifa sobre o polêmico projeto comercial.

Esse comunicado é uma das muitas condenações que o projeto adotado por Infantino enfrentou, com o qual ele busca abrir a Fifa a investidores do setor privado, algo que os meios do futebol europeu consideraram uma ameaça ao futuro do esporte e a seus valores tradicionais.

Publicidade

GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

Siga a GOAL no Google