
Harry Kane e Romelu Lukaku são dois dos artilheiros da Copa do Mundo. O atacante inglês fez cinco gols no torneio, enquanto o belga balançou as redes rivais em quatro oportunidades. Nesta quinta-feira (28), eles serão protagonistas de um duelo que vale a terceira rodada do Grupo G.
Ambos são as armas ofensivas de suas respectivas seleções para o confronto que ocorre no Estádio de Kaliningrado, em cidade homônima do campo. O grande problema é que os jogadores podem se ausentar da partida que define o primeiro lugar da chave.
Kane marcou os dois gols da vitória por 2 a 1 sobre a Tunísia na estreia da Copa do Mundo. Ele voltou a deixar a sua marca em três oportunidades na goleada por 6 a 1 sobre o Panamá, nesse domingo (24), e ostenta o rótulo de artilheiro da Copa.
Lukaku também vem de ótimo momento. O atacante estufou as redes adversárias em quatro oportunidades, mesmo número de Cristiano Ronaldo. Ele fez dois no triunfo por 3 a 0 sobre o Panamá e mais dois na goleada por 5 a 2 diante da Tunísia.

(Foto: Getty Images)
Ambos foram substituídos no último jogo que disputaram e seus técnicos não descartam poupá-los do jogo que decide a primeira posição da chave.
"Nós gostaríamos de manter o ritmo e seguir progredindo como time. Há uma oportunidade também para os jogadores que precisam de uma partida, mas também queremos seguir vencendo. É uma decisão boa de se ter", disse Gareth Southgate, técnico da Inglaterra.
"Há outros que não entraram. Alguns estão há duas semanas sem jogar, e precisaremos de mais pessoas conforme formos avançando no torneio. Nesse momento, minha cabeça está com os jogadores que não jogaram tanto, mas tenho que considerar tudo antes de decidir sobre o meu time", acrescentou.
A situação de Lukaku é um pouco mais grave que a de Kane. O camisa 9 da Bélgica teve um problema no ligamento do tornozelo esquerdo e não tem atuação garantida por Roberto Martínez, espanhol que dirige a Seleção Belga.
"O futebol pune quando você faz coisas assim. Todos os jogadores que merecem estar em campo vão estar. Vamos levar a sério. Mas não devemos pensar em nada disso", concluiu.
