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Kaka AC Milan 2007getty Images

Kaká cita Neymar e diz que Seleção não depende de um grupo de protagonistas

Último brasileiro a ganhar o prêmio de melhor jogador do mundo, Kaká atuava em uma época na qual o nosso futebol contava com diversos protagonistas. Naquele ano de 2007 que coroou o então camisa 22 do Milan, campeão da Champions League, o melhor do planeta, Adriano, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho ainda eram as grandes referências em seus clubes na Europa.

Ou seja: a Seleção Brasileira não contava com apenas um protagonista, como é o caso atual com Neymar. Em entrevista ao programa Grande Círculo, do SporTV, Kaká comparou os casos e acredita que o Brasil não precisa necessariamente de uma coleção de protagonistas absolutos para reencontrar-se com as glórias.

Kaka AC Milan 2007getty ImagesKaká, em 2007: decisivo para o título europeu do Milan (Foto: Getty Images)

"É um peso para ele, principalmente. Para a Seleção eu não acho que é um problema. Porque quem está ali, na Copa do Mundo, o cara sente a responsabilidade. O protagonismo não tem como tirar do Neymar, porque ele é protagonista, vai continuar sendo por uns bons anos, pelo atleta que ele é. Para os outros atletas, o que a gente pode colocar é que talvez não sejam protagonistas nos seus clubes, e aí talvez pode ser tenha um pouco esse peso. Mas a seleção, em si, não se ressente disso", disse.

"A gente viu a Alemanha campeã aqui em 2014 sem um grande protagonista. Mas aí tinha o mais importante que era um grupo muito forte. Então você ter um grupo muito forte, com um jogador protagonista como o Neymar, faz muita diferença. É que aqui, nós, brasileiros, estamos acostumados a ver muitos protagonistas. É um pouco nosso, cultural, sentir um pouco essa falta, essa necessidade, que a seleção tenha mais protagonistas", completou.

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