“Parto do princípio”, disse o diretor desportivo da DFB, Rudi Völler, no “Congresso Internacional de Treinadores”, em Mainz, em resposta a uma pergunta nesse sentido, e acrescentou: “Jo Kimmich provou em muitos jogos pela seleção que é um porta-estandarte, um grande capitão. Não consigo imaginar que venha a haver uma grande mudança nisso.”
Klopp, em cuja apresentação na sexta-feira Völler se sentou na primeira fila, é “um treinador incrivelmente experiente”, afirmou Völler, mas também ele “já percebe o peso que este cargo tem. Eu também tive essa experiência, também ocupei o cargo durante quatro anos: simplesmente não é como numa equipa de clube.”
Völler defende Nagelsmann contra os críticos: “Ele não mereceu isso”
Völler prosseguiu: “Pode-se estar nos melhores clubes do mundo, mas ser selecionador nacional de uma grande federação - e a Alemanha continua a ser uma delas - é algo de enorme peso. E ele também vai perceber, e isso eu também disse repetidamente ao Julian (Nagelsmann): independentemente da decisão que se tome - na convocatória, no onze inicial, a nível tático -, há 80 milhões a discutir isso. E não se consegue agradar a toda a gente.”
O antecessor de Klopp, Nagelsmann, que se demitiu após o descalabro no Mundial, foi em parte criticado de forma injusta e demasiado dura, lamentou Völler. “Ele não mereceu isso. É um grande caráter, um grande rapaz, que tem uma enorme carreira de treinador pela frente, até porque ainda é jovem. Tenho a certeza de que não vai demorar muito até voltar a estar num clube de topo. Aposto muito nisso.”
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