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Leonardo Ponzio Javier Mascherano River Plate v Barcelona FIFA Club World Cup 20122015Toshifumi Kitamura/AFP/Getty

Jesus e Cuéllar em Flamengo x Al Hilal não é o único caso de “Lei do Ex” no Mundial

Flamengo e Al-Hilal disputam, nesta terça-feira (16), uma vaga para a decisão do Mundial de Clubes da FIFA. E embora este seja o primeiro confronto direto na história dos respectivos clubes brasileiro e saudita, de um lado e do outro existem pessoas que conhecem muito bem o adversário.

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Técnico rubro-negro, Jorge Jesus treinou o Al-Hilal entre 2018 e 2019, participando na montagem de boa parte do atual elenco. Do outro lado, o meio-campista Gustavo Cuéllar era um dos principais xodós da torcida carioca até decidir, no final de agosto deste ano, aceitar a oferta dos árabes.

É bem verdade que ao longo da história dos Mundiais de Clubes, considerando desde a Taça Intercontinental, a presença de ex-jogadores de um clube, defendendo outro, é coisa rara no certame. Mas a partir dos anos 90 passou a ser bem comum e a quantidade de reencontros surpreende. Relembre, abaixo, alguns deles.

Sorín | Juventus e River Plate | 1996

O argentino Juan Pablo Sorín iniciou a temporada 1995-96 pela Juventus, que no final daquela campanha levantaria (pela última vez até hoje) o título da Champions League. Mas como o técnico Marcelo Lippi não o considerava pronto para assumir o posto de titular, o lateral foi emprestado ao River Plate.

No gigante de Buenos Aires, Sorín foi um dos destaques na conquista da Libertadores daquele mesmo 1996 e foi titular na final interclubes perdida por 1 a 0 contra a Juve.

Os brasileiros no Mundial de 2000               

Luizão disputa a bola durante partida entre Corinthians e Vasco pelo Mundial de Clubes de 2000Shaun Botterill /AllsportLuizão, em campo contra o Vasco na final de 2000 (Foto: Getty Images)

A primeira edição do torneio com a tutela da FIFA, em 2000, contou com dois clubes brasileiros. Vasco da Gama, campeão da Libertadores em 1998, e o Corinthians, detentor do título nacional de 1999 fizeram a final no Maracanã e um total de cinco atletas já haviam defendido o outro lado.

Luizão foi o caso mais emblemático: foi campeão continental pela equipe carioca e desde 1999 defendia o Alvinegro Paulista. Além do atacante, os outros exemplos foram:

Amaral (Corinthians em 1999 e Vasco em 2000), Edmundo (jogou no Corinthians em 1996 e estava no Vasco em 2000), Viola (ídolo corintiano que jogava no Vasco em 2000), Donizete (jogou no Corinthians em 1997 e estava no Vasco na época do Mundial).

Muriqui | Atlético-MG e Guangzhou | 2013

Muriqui - Guangzhou EvergrandeGetty(Foto: Getty Images)

O meio-campista Muriqui havia defendido o Galo em 2010 e, nos anos seguintes, viraria ídolo na China. Em 2013, esteve em campo na disputa de terceiro lugar com os mineiros e inclusive fez gol na derrota por 3 a 2 do Guangzhou Evergrande para o Atlético.

Mascherano | River Plate e Barcelona | 2015

Leonardo Ponzio Javier Mascherano River Plate v Barcelona FIFA Club World Cup 20122015Toshifumi Kitamura/AFP/GettyMascherano contra o River, na final de 2015 (Foto: Getty Images)

O último caso mais emblemático, envolvendo jogadores mais conhecidos. Revelado na base do River, Mascherano reencontrou a antiga equipe na final de 2015 e saiu vitorioso por 3 a 0 na finalíssima.

O caso mais semelhante ao de Cuéllar e Jorge Jesus, portanto, é o de Sorín, que no mesmo ano defendeu cores que se encontrariam na finalíssima do Mundial de Clubes. De qualquer forma, não deixa de ser sempre algo curioso - e que mostra as voltas que o mundo dá.

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