Você tem 24 anos ou mais?

Ajude-nos a verificar sua idade respondendo com sinceridade. Este site contém publicidade relacionada a jogos de azar destinada a maiores de 24 anos.

Conteúdo com restrição de idade

Você não tem idade suficiente para visualizar conteúdo relacionado a apostas. Você será redirecionado para a página inicial.

alt
+18 | Conteúdo Comercial | Aplicam-se termos e condições | Jogue com responsabilidade | Princípios editoriais | Ministério da Fazenda adverte: Aposta não é investimento
Spain v Iraq - International FriendlyGetty Images Sport
Traduzido por

Imprensa espanhola: Jogador do Barcelona “manchou” a imagem da seleção

A decisão de Luis de la Fuente, técnico da seleção espanhola, de escalar o jogador do Barcelona Gavi na posição de ponta esquerda durante o confronto contra Cabo Verde, na estreia da “La Roja” na Copa do Mundo, gerou uma onda de polêmica na mídia espanhola, já que muitos consideraram que o jogador não estava em sua posição natural em campo.

De acordo com o jornal espanhol “As”, a nova posição de Gavi gerou ampla discussão entre os analistas. O jornal observou que o jogador foi um dos que menos tocou na bola durante a partida, apesar de sua grande atividade e esforço defensivo evidente, acrescentando que “ele estava mais próximo de um meio-campista do que de um ponta-esquerda”.

De la Fuente defendeu sua escolha tática na coletiva de imprensa após a partida, explicando que o objetivo de escalar Gavi na ala esquerda era “criar superioridade numérica no meio-campo e abrir espaços para os jogadores que vinham de trás”, ressaltando que a equipe “teve sucesso no primeiro tempo graças às jogadas de Cocorela e Yurente”. No entanto, essas justificativas não convenceram muitos comentaristas esportivos.

Na rádio “Cadena Ser”, o jornalista Miguel Martín Talavera descreveu a partida como “a pior para o técnico, tanto em suas decisões quanto em suas declarações”, enquanto Dani Garido, no programa “El Larguero”, afirmou que “a escalação de Gavi na lateral distorceu a natureza da equipe”, acrescentando que “Jeremi Pino era a escolha mais adequada”.

Álvaro Benito considerou que “Javi não dá a profundidade necessária nessa posição”, observando que “Flick já o havia testado anteriormente no Barcelona e também não deu certo”.

Já na rádio “Cadena Cope”, Manolo Lama descreveu a decisão como “incompreensível”, afirmando que “a ausência de alas de verdade privou a seleção espanhola de profundidade ofensiva”.

Embora as críticas tenham se concentrado mais nas escolhas táticas do técnico do que no desempenho do próprio Gavi, o jogador do Barcelona se viu no centro do debate da mídia.

Durante os 71 minutos em que esteve em campo, ele venceu 7 duelos individuais, fez 4 contribuições defensivas e completou 26 passes de um total de 30, com uma precisão de 87%.

Os olhares continuam voltados para De la Fuente para saber se ele fará alterações na escalação nas próximas partidas.

Publicidade

GOSTOU DESTA HISTÓRIA?

Adicione a GOAL.com como sua fonte favorita no Google para ver mais reportagens nossas.

Siga a GOAL no Google