As declarações do capitão da seleção holandesa, Virgil van Dijk, geraram uma clara polêmica ao ignorar o Marrocos entre as seleções fortes da Copa do Mundo de 2026, limitando-se a elogiar apenas a Argentina e o Brasil, em um momento em que os “Moinhos” se preparam para um possível confronto contra os “Leões do Atlante” ou a “Seleção” nas oitavas de final.
O zagueiro do Liverpool disse em declarações à imprensa após a vitória sobre a Suécia (5 a 1): “A maneira como a Argentina começou a Copa do Mundo mostra sua forte vontade de manter o título. O Brasil também é uma seleção muito forte, com muito potencial”, sem fazer qualquer menção, direta ou indireta, à seleção marroquina, que disputa com o Brasil a liderança do seu grupo.
Van Dijk acrescentou: “Não há jogos fáceis. Mas meu foco principal continua sendo a minha equipe: precisamos nos concentrar em nós mesmos e continuar melhorando em preparação para o futuro”, em declarações consideradas uma clara desconsideração pela seleção marroquina, apesar de seu excelente desempenho no torneio.
Por outro lado, o técnico holandês Ronald Koeman adotou uma postura mais neutra, recusando-se a escolher entre o Brasil e o Marrocos como possível adversário nas oitavas de final, afirmando na coletiva de imprensa após a goleada de 5 a 1 sobre a Suécia: “Não prefiro nenhum dos dois. Ambas as seleções são muito fortes e empataram na primeira partida.”
Koeman esclareceu: “O Marrocos jogou muito bem no primeiro tempo, e o Brasil no segundo. Não vejo um mais forte que o outro”, em declarações que contrastaram notavelmente com a postura do capitão de sua equipe, que ignorou completamente a seleção marroquina.
A Holanda havia garantido uma posição de destaque no topo do seu grupo após o empate em 2 a 2 com o Japão e a goleada sobre a Suécia, antes de se preparar para enfrentar a Tunísia — já praticamente eliminada — na última rodada da fase de grupos, enquanto aguarda a definição do próximo adversário na fase eliminatória.
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