Eden Hazard ou Kylian Mbappé? A dupla se enfrenta na nesta terça-feira (10), às 15h (de Brasília), e colocará à prova toda a badalação. Únicos candidatos à Bola de Ouro dentre os remanescentes, o belga e o francês terão que mostrar em 90 minutos o motivo de tanta badalação.
Hazard foi o grande nome da Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo. Embora não tenha balançado a rede ou dado assistência no triunfo sobre a Seleção Brasileira, o camisa 10 brilhou em campo e foi preponderante para o time sair com o resultado positivo da Arena Kazan.
Jogando pelo lado esquerdo do ataque, o capitão da Seleção Belga foi praticamente imparável. Fagner e Fernandinho encontraram dificuldades para segurá-lo.
Mas não foi só a dupla da Seleção Brasileira. Esta é uma dificuldade encontrada por quase todos os adversários de Hazard na Copa do Mundo. Não é à toa que ele coleciona números importantes.
Com cinco chutes na direção do gol, estufou as redes em duas oportunidades - ambos no triunfo sobre a Tunísia, pela segunda rodada do Grupo G - e deu duas assistências - uma para Romelu Lukaku e outra para Marouane Fellaini.
Os números convincentes o transformam em um jogador preponderante para a equipe. As atuações na competição, sobretudo na vitória sobre o Brasil, o credenciam à primeira Bola de Ouro da carreira. No jogo da última sexta-feira, o meia-atacante do Chelsea cobrou o escanteio que culminou em gol contra de Fernandinho.
Mas Eden Hazard não é o único candidato à Bola de Ouro em campo no jogo desta terça-feira em São Petersburgo. Há outro jogador que goza deste prestígio: Kylian Mbappé.

(Foto: Getty Images)
Aos 19 anos, o francês supera as expectativas e mostra que pode ir longe na carreira. O primeiro passo é vestir a camisa 10 da Seleção Francesa em uma Copa do Mundo.
E o peso do uniforme não é o mesmo no corpo de Mbappé. Ele igualou uma marcar de Pelé e foi o 2º atleta com menos de 20 anos a marcar dois gols em uma partida da fase de mata-mata do torneio. Antes dele, somente o Rei do Futebol alcançou um feito semelhante. A marca do brasileiro ocorreu em 1958, na Suécia.
Amuleto do time de Didier Deschamps, o jovem coleciona números impressionantes. Em sua estadia na Rússia, disputou cinco jogos, marcou três gols (dois contra a Argentina nas oitavas de final e um sobre o Peru, pela segunda rodada do Grupo C). O mais impressionante é a sua precisão. Ele finalizou apenas cinco vezes na direção do gol.
