A seleção egípcia escreveu uma página de ouro em sua história ao se classificar para as oitavas de final da Copa do Mundo de 2026, tornando-se a quinta seleção africana a alcançar essa conquista, depois de Camarões (1990), Senegal (2002), Gana (2010) e Marrocos (2022 e 2026).
Os Faraós quebraram vários recordes, sendo o mais notável o gol marcado por Imam Ashour, o primeiro gol egípcio nas fases eliminatórias em 92 anos — mais precisamente, desde o gol de Abdel Rahman Fawzi contra a Hungria na Copa do Mundo de 1934 —, estabelecendo assim o maior intervalo de tempo entre dois gols de uma mesma seleção nesta fase.
O Egito tornou-se a terceira seleção africana a disputar a disputa por pênaltis em uma Copa do Mundo, depois do Marrocos (duas vezes) e da Gana (uma vez), enquanto a edição atual testemunhou um feito histórico com a vitória de duas seleções africanas (Marrocos e Egito) em partidas eliminatórias no mesmo torneio pela primeira vez.
Mohamed Hani estabeleceu um recorde negativo ao marcar dois gols contra, tornando-se o segundo jogador a fazer isso em uma única Copa do Mundo, depois do búlgaro Ivan Vutsov (1966), dentro de um recorde total de 13 gols contra na Copa do Mundo de 2026.
Hamza Abdelkarim, jogador do Shabab Barcelona, alcançou um feito único ao entrar como reserva contra a Austrália, tornando-se o primeiro jogador da história a participar de uma partida eliminatória sem ter jogado pela equipe principal ou pelo time de reservas.
Os Faraós aguardam o vencedor do confronto entre a Argentina e Cabo Verde nas oitavas de final, em uma aventura histórica sem precedentes.


