No domingo de Páscoa, o Grêmio foi a equipe a aplicar um "chocolate" na decisão do Campeonato Gaúcho e venceu o Brasil de Pelotas por 4 a 0 na tarde deste domingo (1), em Porto Alegre. Ao final da partida, os jogadores do Tricolor conversaram com a imprensa e preferiram adotar cautela, mesmo com a larga vantagem para o jogo de volta.
"Acho que o primeiro dever foi cumprido. A gente sabe que são 180 minutos. 90 foi muito bom, mas tem mais 90 lá", disse Arthur.
"A gente sabia que ia ser um jogo muito difícil e tivemos a felicidade de fazer os gols na hora certa, mas ainda não tá decidido. Vamos manter o pezinho no chão. A gente quer muito esse título, mas temos que lutar lá", afirmou Geromel.
Grêmio/Divulgação
(Foto: Lucas Uebel/Grêmio/Divulgação)
Lamentação no Brasil de Pelotas
Do lado do Brasil de Pelotas, os jogadores lamentaram a expulsão de Éder Sciola, ainda no primeiro tempo. "Se for ver a expulsão ali, queira ou não queira, atrapalha um pouco. A gente foi para o segundo tempo e tomamos o gol muito cedo, o que não esperado. A gente acabou querendo se expor um pouco, eles acabaram aproveitando, fazendo quatro gols", lamentou Artur.
"É Difícil mas não é impossível. A gente vai lá pra casa tentar pelo menos fazer um bom jogo e tentar dar uma vitória para a nossa torcida dentro de casa", completou o lateral-esquerdo.
Já o goleiro Marcelo Pitol criticou os critérios adotados pelo árbitro Anderson Daronco. "É difícil falar nesse momento. A gente acabou levando uma goleada, principalmente no segundo tempo. No primeiro a gente conseguiu fazer um jogo de igual para igual. Teve a expulsão que nos prejudicou realmente, muito. No primeiro tempo o Daronco (juiz) não estava apitando para o mesmo lado. Vejo assim porque teve faltas que ele não agiu com o mesmo critério. Foi essa a nossa revolta. Jogar com um a menos contra uma equipe como o Grêmio, é difícil", concluiu.


