Desde 2000, quando o Caxias surpreendeu o Grêmio, por 3 a 0, no primeiro jogo da final do Gauchão, e acabou sendo campeão nenhum clube fora a dupla Gre-Nal levantou a taça do estadual no Rio Grande do Sul. Nos últimos cinco anos, três times do interior chegaram na final, mas não conseguiram bater os gigantes. Mais que isso, mal tiveram chances.
O São Luiz, em 2013, por exemplo, foi goleado pelo Inter por 5 a 0 na final de partida única. Em 2012 e 2016, Caxias e Juventude, respectivamente, também não ofereceram muita resistência ao Colorado, que pode ser heptacampeão neste domingo (6). Em 2014 e 2015, os vermelhos bateram o rival Grêmio.
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Mas desta vez, como há 17 anos não acontecia, um time "pequeno" do estado é até considerado favorito, tamanha sua campanha (líder absoluto na fase de grupos, com 23 pontos em 11 jogos, sete vitórias, dois empates e duas derrotas). Na fase mata-mata, contra São José e Grêmio, mais duas vitórias e dois empates. São nove vitórias em 15 partidas.
No primeiro confronto, no domingo, o empate em 2 a 2 em pleno Beira-Rio, teve o Novo Hamburgo à frente no placar, em todo o momento e o time de Antônio Carlos Zago correndo atrás da igualdadem, comprovando ainda mais o "favoritismo" da equipe comandada por Beto Campos. Mas qual o segredo do Novo Hamburgo?
O treinador do Noia já tentou explicar, que a experiência de algumas peças, aliada às contratações de peças chaves é o que fizeram de seus comandados o melhor time do campeonato, mas a expectativa, como revela o Twitter oficial, é de vitória no jogo final.
