Após superar a Argentina nas oitavas de final, o Uruguai nas quartas e a Bélgica na semi, a França pode chegar novamente ao título da Copa do Mundo. Mas, caso não consiga, se igualarão a um hiato já vivido pela Seleção Brasileira.
Caso os comandados de Didier Deschamps superem a Croácia, no próximo domingo (15), no Estádio Luzhniki, eles alcançarão o bicampeonato do Mundial. O período de jejum entre o primeiro troféu levantado, em 1998, com a possível conquista de 2018, seria menor em comparação a outros dois períodos de "seca" do Brasil.
Entre 1930, ano da primeira Copa, no Uruguai, e 1958, na edição da Suécia, a amarelinha ficou 28 anos sem ser campeã da competição. Depois do tricampeonato, em 1970, até o tetra, em 1994, foram 24 anos de espera para fazer a festa. E, desde o pentacampeonato, em 2002, são 20 anos (se considerar que os comandados de Tite não obtiveram o hexa) sem comemorar uma Copa.

Entre outras seleções que conquistaram dois ou mais títulos, quem vive o maior período na "fila" para comemorar a conquista é, justamente, outra seleção sul-americana. O Uruguai não sobe no lugar mais alto do pódio desde 1950 e, levando em conta que não saiu da Rússia no primeiro lugar, eles ficarão, no mínimo, 72 anos sem saber o que é erguer a taça do Mundial.

