Revelado pelas divisões de base do Athletico-PR, o atacante Juninho Vieira se consolidou no futebol português desde a temporada 2019/2020. No país, defendeu Estoril e Chaves. Em entrevista à GOAL, o atleta de 25 anos explicou por que não engrenou na Arena da Baixada e falou sobre o momento no futebol lusitano.
"Não sei te dizer muito bem [por que não deu certo no Athletico]. Talvez não estivesse preparado para quando tive minhas oportunidades, mas tudo foi um aprendizado", afirmou.
Em que pese o início sem muita pompa no Furacão, clube que defendeu desde as divisões de base, em 2014, Juninho conseguiu espaço na Europa. Em 2016, ainda na base do clube paranaense, foi emprestado ao Portimonense, mas fez apenas um jogo na ocasião. Três anos mais tarde, deixou o Brasil rumo à Europa para um novo empréstimo. Após 12 meses no Estoril, foi contratado em definitivo pelo Chaves.
Há três no clube, conseguiu engrenar e destaca a experiência europeia: "Minha primeira experiência foi um período em que tive que me adaptar com a cultura do país. Adaptado, fui para o Estoril e cheguei ao Chaves. Os jogos aqui têm mais carga e força. As ligas são muito disputadas, não têm jogos fáceis. Avalio que as ligas de Portugal são boas para competir e jogos são muitos bem disputados", declarou o jogador, que ainda fez uma análise sobre o futebol local:
"Sem dúvidas nenhuma, Portugal é uma ponte para outros campeonatos europeus. E nós temos vários exemplos disso. Jogadores brasileiros que passaram por Portugal e fizeram carreira em outros países europeus".
Antes de se mudar para Portugal, Juninho Vieira rodou pelo futebol brasileiro. O jogador atuou por Brasil de Pelotas, Grêmio Novorizontino, Figueirense e Vila Nova. Sobre as passagens no país, ele disse: "Gostei muito de jogar o Paulistão. À época, eu estava atuando pelo Grêmio Novorizontino. Consegui ter um bom desempenho dentro desse campeonato tão competitivo".
