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호삼 하산 (Hossam Hassan)Getty Images

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Em vídeo: “O gesto racista” volta a aparecer... e Hossam Hassan volta a incendiar a Argentina

O confronto entre Egito e Argentina não terminou com o apito do árbitro; um único gesto de Hossam Hassan desencadeou um novo confronto entre Cairo e Buenos Aires, onde um jornal argentino acusou o técnico egípcio de ter repetido o gesto diante da torcida, menosprezando-a.

Após uma campanha histórica que recebeu amplos elogios, os Faraós voltaram à terra natal, onde os aguardava uma recepção excepcional, tanto popular quanto oficial, no aeroporto de Al-Alamein, em comemoração ao desempenho heróico dos jogadores e da comissão técnica, que deixou uma marca imortal na história do futebol egípcio.

Jawhar Nabil, ministro da Juventude e do Esporte, e Ahmed Diab, presidente da Associação dos Clubes, estavam à frente das pessoas que receberam a delegação da seleção egípcia, durante sua chegada ao aeroporto de Al-Alamein.

O jornal argentino “Olé” destacou o que descreveu como um “gesto racista” feito pelo técnico da seleção egípcia, Husam Hassan, durante a partida das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 contra a Argentina, em Atlanta, que terminou com a eliminação dos Faraós após um gol de Enzo Fernández.

Segundo o jornal, a polêmica não se limitou à partida: durante a cerimônia de boas-vindas organizada para a seleção egípcia, liderada por Mohamed Salah, na cidade de Al-Alamein Nova, um grande número de torcedores imitou o mesmo gesto, no que consideraram um “protesto simbólico contra a arbitragem” conduzida pelo francês Litksir.

A surpresa observada pelo “L’Équipe” esteve no próprio comportamento de Husam Hassan, já que o jornal indicou que o técnico “minimizou o significado do gesto” ao repeti-lo diante da torcida durante sua saudação, em vez de se desculpar ou negar qualquer intenção ofensiva. 

O jornal considerou que a repetição do gesto o transformou de uma “reação momentânea” em uma posição declarada, afirmando que as decisões do árbitro francês durante o confronto contra os Faraós foram corretas.

O jornal “L’Équipe” afirmou em sua reportagem que “o técnico e vários torcedores repetiram o gesto racista”, observando que a campanha lançada pela filha de Hossam Hassan intensificou a polêmica. Por outro lado, uma parte da opinião pública egípcia considera que o gesto foi uma manifestação de raiva contra as decisões da arbitragem e que a minimização do treinador visa retirar o caráter ofensivo do gesto.

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