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Manchester United v Tottenham Hotspur - Premier LeagueGetty Images Sport

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“Eles estão lutando contra o rebaixamento!” – Peter Crouch exige o retorno de Mauricio Pochettino, enquanto o Tottenham “arrasta” a demissão de Thomas Frank

O ex-atacante do Tottenham, Peter Crouch, não mediu palavras ao comentar sobre a situação do seu antigo clube, insistindo que o time do norte de Londres está agora envolvido em uma batalha pela sobrevivência. Após uma sequência de resultados ruins, a diretoria finalmente demitiu Thomas Frank, mas Crouch acredita que a indecisão deixou o clube em uma posição precária.

O Spurs encontra-se na metade inferior da tabela da Premier League, com o ex-jogador da seleção inglesa preocupado que a qualidade do elenco possa não ser suficiente para salvá-los de um final de campanha nervoso. A busca por uma nova identidade está em andamento e, para Crouch, há apenas um homem que pode restaurar a alma do clube.

Traga Poch de volta! Crouch identifica o sucessor ideal para Frank

Com as especulações aumentando sobre quem assumirá o comando permanentemente, Crouch tem certeza de que o retorno de um ex-herói é a única maneira de sanar a divisão entre o clube e os torcedores. Embora o Tottenham tenha fechado um acordo temporário com Igor Tudor para estabilizar o time, Crouch quer ver uma contratação mais romântica no meio do ano.

Em entrevista exclusiva à Paddy Power, Crouch disse: “Eu contrataria um técnico interino agora e, no verão, iria atrás de [Mauricio] Pochettino, que traria de volta o clima de otimismo. Essa seria uma boa opção, mas há outros bons técnicos na liga com quem eles poderiam conversar. [Andoni] Iraola e até Marco Silva são boas opções.”

“Definitivamente se arrastou” – Por que Thomas Frank fracassou no N17

O mandato de Thomas Frank não será lembrado com carinho no Tottenham Hotspur Stadium, e Crouch acha que o fim estava previsto muito antes do anúncio oficial. Apesar do sucesso do dinamarquês em outros lugares, a adaptação ao norte de Londres nunca pareceu certa para uma torcida acostumada a um certo tipo de futebol.

Criticando o momento da demissão, Crouch explicou: “Não havia uma conexão real com os torcedores. Era difícil assistir ao futebol. Sem dúvida, ele teve que lidar com lesões. Gosto do Thomas Frank e gosto dele como técnico e como pessoa. Acho que ele será bom em outro lugar. O problema era que parecia que ele não se encaixava no Spurs. Definitivamente, isso se prolongou mais do que o necessário. Não acho que a situação fosse melhorar, pelo contrário, só teria piorado.”

A palavra com “R”: o Spurs vai realmente cair?

Embora a ideia de um clube da estatura do Tottenham enfrentar o rebaixamento possa parecer absurda para alguns, a tabela do campeonato conta uma história diferente. Crouch alertou que os jogadores devem acordar para a realidade da situação antes que seja tarde demais, independentemente dos nomes de estrelas na escalação.

“Eles estão em uma batalha contra o rebaixamento agora, não há como negar isso. Permanecer na primeira divisão é a prioridade, o que parece loucura dizer”, admitiu Crouch. “Eles têm qualidade demais para cair e não acho que vão cair, mas estão definitivamente nessa luta contra o rebaixamento.”

A tensão no clube se estendeu até mesmo aos ex-jogadores no banco de reservas, com relatos de que Robbie Keane saiu furioso de uma entrevista quando questionado sobre assumir a vaga. Isso destaca a atmosfera tóxica que envolve atualmente a busca por um novo técnico.

“Um ultraje” – Crouch se irrita com a demissão de Sean Dyche

O Tottenham não é o único a tomar decisões importantes no banco de reservas, mas Crouch foi muito menos favorável à decisão tomada pelo Nottingham Forest. A demissão de Sean Dyche causou comoção na liga e, para o homem que passou anos liderando o ataque na primeira divisão, representa um fracasso da gestão moderna dos clubes.

Crouch expressou sua frustração, afirmando: “É um ultraje. Ele definitivamente merecia mais tempo. Não sei o que aconteceu lá. O proprietário foi muito precipitado. Assisti a parte do jogo contra o Wolves e eles tiveram 35 chutes a gol! Achei que ele teve um pouco de azar. Eles dominaram o jogo, tiveram azar por não marcarem e, depois, ele foi demitido. Achei muito, muito severo. Estar no quarto técnico na temporada já deve indicar onde está o problema.”

À medida que o final da temporada se aproxima, a pressão recai sobre a diretoria do Tottenham para garantir que sua próxima decisão não os leve ainda mais para o buraco. Por enquanto, o fantasma de Pochettino continua pairando sobre a metade branca do norte de Londres.

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