O Feyenoord definiu o preço de venda do cobiçado Anis Hadj Moussa. Segundo Santi Aouna, jornalista do Foot Mercato, o diretor técnico Dévy Rigaux está pedindo nada menos que 37 milhões de euros pelo ponta.
Isso quebraria o recorde de transferência de saída do Feyenoord, que atualmente ainda pertence a Mats Wieffer, que se transferiu para o Brighton & Hove Albion no verão de 2024 por 32 milhões de euros.
Hadj Moussa ainda tem contrato com o De Kuip até meados de 2030, mas espera-se que ele já saia neste verão. Em parte devido a esse contrato de longo prazo e ao interesse da Arábia Saudita, Rigaux acredita poder obter o máximo valor possível.
O Al-Ahli, de onde o compatriota Riyad Mahrez está prestes a sair, já fez uma primeira oferta por Hadj Moussa, embora o valor não seja conhecido. O Al-Hilal também teria apresentado uma primeira proposta: no entanto, uma oferta de 30 milhões de euros estava longe de ser suficiente para convencer o Feyenoord a vendê-lo.
De qualquer forma, o preço pedido pelo Feyenoord é considerado, pelo menos por enquanto, excessivo na Arábia Saudita. Como consequência, o Al-Ahli voltou sua atenção para Francisco Trincão, segundo Fabrizio Romano. As negociações com o atacante do Sporting de Lisboa estão “indo bem”.
Portanto, ainda é duvidoso que o Al-Ahli volte a se manifestar em Roterdã. Aliás, Hadj Moussa também está na mira de outros clubes estrangeiros. Anteriormente, nomes como Chelsea, Lille OSC e Olympique de Marselha foram associados a ele.
Hadj Moussa teve uma excelente temporada em Roterdã e chamou bastante a atenção. Na VriendenLoterij Eredivisie, ele marcou onze gols e deu sete assistências em trinta partidas. Em todas as competições, somou quatorze gols e sete assistências em quarenta jogos oficiais.
