Florentino Pérez ficou sem Philippe Coutinho. Em outubro, o diretor-geral do Real Madrid, José Ángel Sánchez, chamou os agentes do crack brasileiro. Seu objetivo era bloquear as negociações entre Liverpool e Barcelona.
O plano de Florentino foi incorporar Philippe após a Copa do Mundo na Rússia e fazê-lo com Neymar, cujo nome está na boca de todas as fofocas de merengue. Coutinho foi oferecido emolumentos que excederam 14 milhões de líquidos, o que receberá em seu primeiro ano em Barcelona, segundo o diário Sport, da Catalunha.
Era a própria estrela carioca que impediu qualquer possibilidade de negociação. Em setembro, sua família e seus representantes já obtiveram o compromisso dos proprietários de Liverpool, o conglomerado americano Fenway Sports Group, que o venderia ao Barça no mercado de inverno, depois de pagar 160 milhões de euros. Coutinho não queria mexer ou tocar duas bandas.
E aqui terminou a tentativa de Madrid de obstruir as negociações sempre complicadas entre Liverpool e Barcelona. Sim, o interesse do clube branco estava na mesa e pediu aos agentes de crack que se sentassem e conversassem, se não se materializasse neste mercado de inverno sua transferência para o clube catalão.
A assinatura de Coutinho pelo Barça forçará Florentino a se concentrar em novos objetivos, para tentar obter o madridismo da depressão que causou o 0-3 que a equipe de Ernesto Valverde violou nele antes do Natal.
Com a liga perdida, Madrid continuará a flertar com o pai de Neymar e seu conselheiro esportivo, o ilustre Wagner Ribeiro, declarou madridista, condenado, por sinal, a cinco anos de prisão no Brasil por evasão fiscal.





