Um ranking divulgado recentemente mostrou que o Brasil é o terceiro país que mais dedica seu tempo às mais variadas plataformas: 3 horas e 42 minutos por dia, em média por usuário, ficando atrás apenas de Filipinas e Colômbia. O que poucos sabem é que essa disposição para ficar em frente à tela do celular, tablet ou computador pode catapultar as finanças do futebol brasileiro no futuro.
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Um relatório apresentado pela startup espanhola Horizm coloca o Campeonato Brasileiro como o terceiro maior detentor de patrimônio digital do mundo, ficando atrás apenas da Premier League (Inglaterra) e da La Liga (Espanha). Isso quer dizer que os torcedores do país têm um engajamento fantástico, sendo considerados os ‘fãs mais valiosos’ do planeta no quesito futebol. O que ainda falta é transformar esse número gigante de interações em receitas para os clubes.
“Os clubes ainda estão em estágio inicial de entendimento de que as redes sociais são os novos canhões de mídia; e, consequentemente, plataformas geradoras de negócios”, afirmou Pedro Mestriner, CEO da empresa que tem operações em 15 países de quatro continentes ao redor do mundo.
O trabalho de produção de conteúdo dos clubes é parte fundamental neste processo, já que estes canais conversam diretamente com o torcedor e têm a possibilidade de cultivar suas emoções. E isso, os clubes brasileiro vêm fazendo com maestria, segundo Pedro.
“O brasileiro é apaixonado por redes sociais. Quando somamos isso ao futebol, que também envolve paixão, os números explodem. É uma receita de sucesso”.
E por falar em paixão, a maior torcida do Brasil tornou o Flamengo um dos clubes com maior inventário digital do mundo, com previsão de R$ 247 milhões, segundo a Horizm. O cálculo, realizado através de Inteligência Artificial, representa quase 30% do valor total do patrimônio digital de todos os clubes da Série A do Brasileirão. Além disso, é superior a gigantes europeus, como Bayern, PSG, Manchester City e Juventus.
E por falar em paixão, a maior torcida do Brasil tornou o Flamengo um dos clubes com maior inventário digital do mundo, com previsão de R$ 247 milhões, segundo a Horizm. O cálculo, realizado através de Inteligência Artificial, representa quase 30% do valor total do patrimônio digital de todos os clubes da Série A do Brasileirão. Além disso, é superior a gigantes europeus, como Bayern, PSG, Manchester City e Juventus.
Com clientes globais, como o Real Madrid, Juventus, Chelsea, Arsenal, Benfica e Lyon, a o CEO da Horizm pretende implementar uma mudança de mentalidade na exploração das redes sociais uma chance de aumentar consideravelmente as receitas de clubes e federações no Brasil, onde já trabalha com 11 clubes das séries A e B. São eles: Flamengo, Atlético-MG, Santos, Fluminense, Cruzeiro, Bahia, Botafogo, Chapecoense, Ceará, Coritiba e Vitória.
“O impacto que queremos é o de clarear e acelerar o entendimento sobre a importância das redes sociais para geração de receitas e consolidá-las como uma das principais unidades de negócios dentro de todos os clubes. Há bom conteúdo, há bom engajamento; falta agora tornar tudo isso uma ótima fonte de receita”.
